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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

O que fazer depois da Transmissão de Tarefas?

Aqui vão algumas dicas de ex-líderes de Clubes e de Distritos para os primeiros dias no desempenho da sua nova tarefa:
·        Planeie com antecedência (semestral ou anualmente) e mantenha a consistência.
·        Continue a apoiar projectos do passado que se estenderam ao seu ano, mesmo que não estejam dentro da sua área de interesse.
·        Preencha as posições de sua equipa o mais rápido possível.
·        Nunca tenha medo de delegar tarefas; não é possível fazer tudo sozinho.
·        Lembre-se dos recursos que tem e faça uso deles quando precisar de ajuda (líderes do Clube, Distrito e Zona).
·        Conheça outros companheiros no PETS, na Assembleia Distrital e nos eventos Distritais.
·        Leia notícias e converse com associados mais antigos para adquirir uma perspectiva histórica do Clube e do Rotary.
·        Prepare 3 breves discursos que possam ser adaptados a situações diferentes.
·        Não se esqueça de dizer "Obrigado!", as pessoas gostam de ser reconhecidas.
·        Divirta-se!
·        Lembre-se de que planear é importante, mas agir é essencial.
Foto daqui

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Rotary: Por uma cultura de paz

Pintura de Picasso: “Dança da paz
Paz em todos os momentos, em todos os lugares, em todos os idiomas: Paz, peace, paix, frieden, salam, shalom, pace, paco, Ping An, pax, shanti, pokój, ukuthula, mir...
Nesses 105 anos, o Rotary tem cultivado a paz e o respeito pelos direitos humanos como elementos indivisíveis e pertencentes a todos. A cultura da paz está intimamente ligada ao desenvolvimento humano, principal razão da existência da nossa organização.
A conexão directa com a paz também é estabelecida com justiça social. Sem paz o desenvolvimento não se pode sustentar e sem desenvolvimento e justiça social, não há paz.
A construção da cultura da paz requer a identificação dos conflitos inerentes às relações humanas e ao desenvolvimento de métodos e técnicas para a prevenção e resolução pacífica dos mesmos. A cultura da paz é um tema multidisciplinar e requer envolvimento da comunidade.
O Séc. XXI deverá ver, a cada dia, o desenvolvimento de mais comunidades multirraciais e multiculturais, como resultado da globalização. E como consequência disso, continuarão a aparecer interesses opostos que irão contrapor-se uns aos outros, necessitando de uma organização cuja ênfase se expresse no amor, na paz e na possibilidade de compreensão internacional para intermediar essas disputas.
Nesse aspecto, o Rotary passa a ser o catalisador de forças geradoras em benefício desta nova comunidade mundial, para a qual o serviço destinado era até então representado pelo suprimento de assistência física ou financeira. Embora essa assistência ainda seja necessária, isto está mudando. O Rotary tem a missão de encontrar soluções para estes novos modelos de prestação de serviço, para os quais os Governos têm falhado em encaminhar soluções. Há necessidade de transitar de uma cultura de confrontação para uma cultura de convivência e mobilizar, para isso, os sistemas de educação formal e informal.
Na sua contribuição nessa direcção de aculturamento objectivando a paz, o Rotary está:
  • A formar especialistas na cultura da paz e resolução de conflitos;
  • A preparar resolvedores de conflitos, quer sejam eles urbanos ou regionais, com cursos de curta duração;
  • A alfabetizar adultos e crianças;
  • A estabelecer redes de mediadores para a paz, formados com o apoio das bolsas concedidas pelo Rotary;
  • A mitigar a fome, a sede e a mortalidade infantil;
  • A promover o intercâmbio de jovens, que ao conhecerem outras culturas e o modo de pensar de outros povos podem auxiliar na promoção da paz;
  • A preservar o planeta Terra e conservando-o para as futuras gerações.

sábado, 31 de julho de 2010

Director 2010- 2013 de RI: Antonio Hallage (único de língua portuguesa) I

Uma estratégia para desenvolver(?) o Quadro Social

Plano Cinco por Um
Este método, no qual cada rotário fica responsável pela indicação de um novo sócio para o clube, foi muito utilizado nos anos 70. Ele incentiva e envolve todos os rotários, promovendo o companheirismo através dos contactos profissionais de cada associado.
Descrição do Plano Cinco por Um:
1.    O clube é dividido em grupos de 5 pessoas, com nomes e números para os identificar.
Cada grupo:
1.    Tem a responsabilidade de identificar e recrutar, pelo menos 1 novo sócio durante um determinado mês do ano rotário, a fim de manter a entrada contínua de novos associados.
2.    Deve identificar vários sócios em potencial e recrutar, no mínimo, 1 deles para aprovação e admissão durante o mês designado.
3.    Completa todos os passos do processo de captação de novos sócios, desde a primeira ligação ou conversa para despertar interesse no associado em potencial e o convite para fazer parte do clube, até garantir que o associado em potencial se torne um rotário activo e envolvido.
O bom uso do “Plano Cinco por Um” pode causar um aumento até 20% no número de sócios do clube durante um ano rotário. Como o índice médio de desistência dos Rotary Clubs é de 10% ao ano, o plano pode gerar um aumento líquido de 10% no quadro associativo.
Notícias de Rotary
Foto daqui

A palavra ao Governador do Distrito 1970

"A luta contra a poliomielite tem que ter o seu fim"

Com um novo ano rotário a ter início surge um novo Governador para o Distrito 1970. Armindo Carolino é reconhecido pela frontalidade e empenho, características que pretende que o acompanhem durante o próximo ano, no seu trabalho no Distrito 1970. Pede dedicação a todos os rotários, lembrando as principais dificuldades e as maiores qualidades de um Distrito que muito contribui para o sucesso de Rotary.

O que podem os rotários do distrito esperar do novo Governador neste novo ano?
Todos os rotários do Distrito 1970 podem esperar do Governador muito trabalho, muita dedicação e muita exigência. Eu começo por ser muito exigente comigo próprio para poder ser exigente com os outros. Vou pedir a todas as companheiras e a todos os companheiros que entendam que nós representamos Rotary Internacional, que não se compadece com outra situação que não seja de excelência. Eu sei que é muito difícil atingir a excelência, mas todos os grandes edifícios começaram a ser construídos a partir dos alicerces e por isso eu estou disponível para fazer o trabalho do operário nos alicerces, nas paredes ou já na cúpula, dependendo de como estiver cada Clube.
Assumi este compromisso e é para o levar até às últimas consequências.

O que destaca do plano de actividades para este ano? Qual é a sua prioridade.
Como não podia deixar de ser, tenho que destacar as ênfases que o meu presidente Ray Klinginsmith me disse que destacasse. A Pólio lidera, a luta contra a poliomielite tem que ter o seu fim. Este é um dado adquirido em Rotary Internacional e o Distrito 1970 não pode ser diferente. Sem descurar o resto, porque a Pólio não pode servir de panaceia para dizer que não temos tempo para fazer outras coisas. O projecto dos cônjuges aponta exclusiva e decididamente para apoio e angariação de meios para apoio à luta contra a Pólio, mas temos outras actividades: a divulgação dos Paul Harris, as subscrições de mérito, as doações, de modo a que o Fundo Anual de Programas seja um dos contemplados. Não é só a Pólio que nos pode dar a garantia que daqui a uns anos vamos ter dinheiro. O Fundo Anual de Programas é muito importante e faço já aqui um apelo: quem eventualmente estiver disponível para motivar pessoas a subscreverem títulos de reconhecimento Paul Harris, que encaminhem as suas doações em impresso para este Fundo, para que tenhamos o retorno de 50 por cento daqui a três anos.

Quais são as suas principais linhas orientadoras, o lema principal?
A primeira parte do lema deste ano "Fortalecer Comunidades, Unir Continentes" é aquela que mais me motiva. Porque já vai o tempo em que os rotários eram considerados um conjunto de elites que se reuniam muito bem vestidos em jantares especiais. Hoje somos a maior organização mundial de voluntariado e somos o que somos porque estamos inseridos na nossa comunidade. Não posso conceber que um Clube rotário nem conheça a fundo a sua comunidade. A primeira coisa que temos que conhecer muito bem é o nosso Clube, todas as suas características, aquilo que o define, tem que ser do conhecimento profundo de cada rotário desse Clube. Depois, e no mesmo nível, cada rotário tem que conhecer exactamente e com a mesma dimensão e profundidade a comunidade em que se insere. Não há hipótese de alargamento de quadro social se eu não conhecer o meu Clube, se não souber as profissões que estão no meu Clube e as profissões que caracterizam a minha comunidade. Só assim se podem encontrar novos profissionais para motivar para Rotary e consequentemente fortalecer a comunidade em que estão.
É preciso também não descurar alguns conhecimentos de Rotary Internacional porque os rotários têm diferenças em relação às outras associações. Temos uma obrigação, que é a reunião semanal de companheirismo. Em Rotary Internacional há uma abertura experimental de reunião quinzenal, mas em Portugal só há um ou dois casos. A reunião semanal tem que ser séria, com objectivos, perspectivando trabalho e construindo Rotary, porque é aqui que ele se constrói. Hoje quase ninguém tem tempo para perder e nós perdemos muitos dos sócios porque vão a algumas reuniões e pensam que estão a perder tempo. Nas reuniões o Conselho Director também deve ter a preocupação de incluir todos os sócios do Clube em tarefas. A frequência pode não ser de 100 por cento, mas deve ser de 100 por cento no projecto.

Qual acredita ser a principal dificuldade do Distrito neste momento?
Neste momento creio que estamos a atravessar uma fase de alguma desmotivação, porque ouço pelos clubes determinadas situações sobre algumas falhas nas reuniões. Mas, curiosamente, quando há tarefas, os clubes brilham e todos participam na realização de projectos bonitos.

E qual a principal característica que pode fortalecer?
O que me parece que existe mais no Distrito é a facilidade de resposta. Gritamos e aparece logo gente. Podem-me dizer que são sempre os mesmos, mas aparecem. Por exemplo, o facto de sermos um Distrito piloto no Plano Visão de Futuro da Rotary Foundation, exigiu um trabalho espectacularmente difícil de adaptação. Há um ano que a equipa da Comissão Distrital da Rotary Foundation está a fazer reuniões mensais e já com frutos, o Distrito foi qualificado, assim como mais de 30 clubes, que já podem recorrer aos subsídios. Neste início de ano rotário esta equipa já tem 14 acções de formação regionais no terreno.
Levantamos o dedo e houve logo quem aparecesse para realizar um Seminário Distrital de Desenvolvimento do Quadro Social, conjuntamente com a Comissão Distrital dos Serviços Profissionais, dia 23 de Outubro, em Santo Tirso, e já está toda a gente a trabalhar no terreno. Lancei os encontros periódicos para fortalecimento dos clubes, que são jornadas de trabalho com os Governadores Assistentes. Fiz a primeira no dia 20 de Março na Feira, o segundo no dia 10 de Julho em Oliveira do Bairro (Sangalhos) e tenho já o terceiro encontro marcado para o dia 8 de Janeiro. Estamos sempre a dizer que as coisas estão mal mas depois fazem-se coisas bonitas.
Gostaria que as pessoas não olhassem para a minha Governadoria como a de um só homem. Entendo que, sendo o Governador o último responsável por tudo o que correr menos bem e que também levará os louros por tudo o que corra muito bem, tenho que partilhar isto tudo com, sobretudo, os meus presidentes das comissões distritais, os meus 24 Governadores Assistentes e com os 86 presidentes dos Clubes.

Armindo Carolino, Governador 2010/11, do Distrito 1970
Texto daqui

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Desenvolvimento e Retenção do Quadro Social

Visão geral
Para serem eficazes, os clubes precisam de sócios. A capacidade do clube para ajudar as comunidades, apoiar a Rotary Foundation e preparar líderes para servir Rotary, está directamente ligada ao tamanho, força e comprometimento de seu Quadro Social.
A Comissão de Desenvolvimento do Quadro Social procura reter os sócios actuais e recrutar novos rotários, processo fundamental para o sucesso do Rotary International.
O Rotary International divulga Relatórios sobre o Quadro Social aos Presidentes e Secretários de clube através do Acesso ao Portal.

Ferramentas de avaliação do clube
São essenciais as avaliações regulares à eficácia das operações dos clubes.
As Ferramentas de avaliação do clube auxiliam os clubes a identificar os pontos fortes e fracos da comunidade para que possam planear projectos humanitários eficazes:
  • Secção Quadro Associativo das Directrizes para Aumentar a Eficácia dos Rotary Clubs
  • Levantamento de classificações
  • Levantamento da diversidade do quadro associativo
  • Levantamento de 25 minutos sobre associados em potencial
  • Modelo de retenção de associados
  • Perfil de baixa de associados
  • Questionário de satisfação do associado
  • Questionário de baixa de associado
Para saber quando e porque usar uma ferramenta específica de avaliação do clube, consulte o Guia para Desenvolvimento do Quadro Associativo.

Planeamento e implementação
Quando a sua avaliação estiver completa, devem ser tomadas medidas com base nas informações obtidas. Elabore um plano que inclua estratégias para alcançar as metas e os recursos disponíveis, e busque a participação dos seguintes rotários:
  • Líderes e sócios do clube
  • Comissão de Desenvolvimento do Quadro Social do clube
  • Comissão Distrital de Desenvolvimento do Quadro Social
  • Governador Assistente
  • Coordenadores do Rotary
Desenvolva um plano de acção detalhado que inclua:
  • Metas
  • Procedimentos para acompanhamento dos trabalhos
  • Responsáveis
  • Prazos finais para conclusão de tarefas
O slogan aprovado pelo Conselho Director do RI é um lembrete de que cada rotário é responsável por trazer novos associados para manter o seu clube activo e vibrante. Chama a atenção para a importância da retenção para manter o clube e um Quadro Social forte.
Para incentivar o apadrinhamento de novos associados e a sua posterior retenção, sugerimos o uso de certificados de reconhecimento.
Retenção de sócios
A retenção dos sócios antigos é tão essencial para o sucesso a longo prazo do clube, quanto a admissão de novos associados. Rotários dedicados, actuantes e motivados contribuem ao bom funcionamento do clube e tendem a atrair novos associados.
Estratégias bem-sucedidas de retenção, inclusive através de orientação aos associados, ajudam a manter os rotários envolvidos e bem informados.
Notícias de Rotary
Foto da net

domingo, 18 de julho de 2010

Como se entra em Rotary

A indicação de sócios potenciais é essencial para o alcan­ce das metas do Rotary de prestação de serviços comunitários e internacionais. Uma das principais responsabilidades dos rotários é ajudar a identifi­car e a propor novos sócios.
Contribua para o desenvolvimento do quadro social do seu clube atraindo ao Rotary líderes profissionais e de negócios interessados e comprometidos com o avanço da missão da entidade. Juntamente com os companheiros rotários poderá fazer do seu clube um legítimo representante dos sectores empresariais e profissionais da sua comunidade.
Lembrete importante
Antes de submeter a proposta, você:
Distribuiu aos sócios potenciais exemplares das publi­cações “Noções Básicas do Rotary”, “Isto É Rotary” e “O Que É o Rotary”?
Informou os sócios potenciais sobre os benefí­cios e responsabilidades inerentes à associação ao Rotary?
Incentivou os sócios potenciais a navegar pelo site www.rotary.org?
Apresentou os projectos e programas do clube aos sócios potenciais?
Preencheu e assinou o Formulário de Proposta de Sócio?
Quando se tornar claro que o sócio potencial está inte­ressado em filiar-se em Rotary:
Preencha o Formulário de Proposta de Sócio e entregue-o ao Secretário do clube para que este o encaminhe ao Conselho Directivo do clube. Lembrete: Não informe o sócio potencial sobre a proposta até que esta seja aprovada pelo Conselho Directivo.
• Espere até que o secretário do clube o notifique sobre a decisão do Conselho Directivo, o que em geral ocorre 30 dias após a submissão da pro­posta.
Após a aprovação do Conselho Directivo:
• Deve ser organizada, pelo clube, ou pelo rotário que o indicou, uma sessão informativa para o sócio potencial.
• Peça ao sócio potencial que preencha e assine uma parte do formulário de proposta.
• Divulgue ao clube o nome do sócio potencial e a sua classificação. O regimento interno do clube permite aos sócios apresentar objecções à propos­ta de adesão do sócio em perspectiva (no nosso clube, 10 dias para tal fim).
• Se nenhuma objecção for recebida, o sócio poten­cial tornar-se-á rotário mediante o pagamento de jóia de admissão ao clube (no nosso clube não há jóia).
• O Secretário ou Presidente do clube encami­nhará ao Rotary International os dados do novo sócio (agora, online, através do Portal).

Conclusões do Conselho de Legislação 2010 - Resumo

Lembrando e acrescentando… De 2010 até 2013

Novidades para os Clubes e os Distritos
Entramos num novo ano rotário e, com ele, diversas mudanças no modo como os Clubes e Distritos operam.
A cota anual, per capita que os Rotary Clubs pagam ao Rotary International passará a ser US$50 em 2010/11.
O Conselho de 2010, aprovou ainda outras medidas que entrarão em vigor a partir de 1 de Julho:
·        Os e-clubs tornar-se-ão parte permanente do RI, depois de anos de participação num projecto piloto e cada Distrito poderá ter até dois Rotary E-Clubs.   
·        Os Serviços às Novas Gerações serão inclusos às outras Avenidas de Serviços: Internos, Profissionais, à Comunidade e Internacionais.
·        Os rotários da América do Norte poderão escolher se querem receber a versão electrónica ou impressa da revista The Rotarian.
Algumas mudanças relacionadas com os Distritos:
·        A Assembleia Distrital deve ser realizada em Março, Abril ou Maio, e o PETS, em Fevereiro ou Março.
·        O Presidente da Comissão de Indicação para Governador de Distrito deve notificar o actual Governador acerca do candidato escolhido, nas 24 horas após a decisão, e o Governador deve informar os clubes em até 72 horas.
·        Se 3 meses antes da Assembleia Internacional, a função de Governador eleito estiver em aberto, o sucessor a ocupará automaticamente, se concordar.
·        Se forem feitas 2 ou mais reclamações num Distrito sobre a eleição de Governador num período de 5 anos, e o Conselho Director determinar que o Regimento Interno do RI ou os procedimentos quanto a reclamações eleitorais tenham sido infringidos, o Governador indicado pode ser desqualificado, um Past-Governador pode ser seleccionado para a função e qualquer Governador, Governador eleito ou Past-Governador que estiver a influenciar ou a interferir com o processo eleitoral pode ser afastado da função. O Conselho pode dissolver qualquer Distrito e distribuir os seus clubes por Distritos vizinhos, se houver 3 ou mais reclamações eleitorais no período de 5 anos. 
Algumas mudanças relacionadas com os Clubes:
·        Nenhum clube pode limitar a associação com base na orientação sexual do candidato.
·        Os Rotary Clubs devem informar o Governador do Distrito de qualquer proposta para mudança do nome ou localidade do clube, pelo menos 10 dias antes da votação da proposta.
·        O último Past-Presidente de Clube será considerado dirigente de clube e membro do seu Conselho Director.
·        O Conselho Director do RI pode suspender ou desactivar um clube que tenha decidido manter no seu quadro associativo algum rotário que tenha usado fundos da Rotary Foundation de forma ilícita, ou que tenha violado as normas de gestão de fundos da Fundação.
·        Os Clubes que admitirem ex-rotários ou associados transferidos, devem solicitar um documento do Conselho Director do último clube, comprovando a associação àquele clube e que está em dia com as suas obrigações financeiras.

sábado, 17 de julho de 2010

Rede de representantes de Rotary noutras organizações

O Rotary International indica anualmente representantes junto às Nações Unidas e a organizações sem fins lucrativos em todo o mundo, os quais buscam ampliar a consciencialização da comunidade global sobre os programas, políticas e actividades do Rotary. Reúnem-se com dirigentes e funcionários de agências internacionais com o propósito de:
·        Discutir assuntos paralelos e áreas para possível cooperação;
·       Informar as organizações sobre os programas do Rotary;
·       Obter informações sobre as iniciativas e avanços de outros grupos.
Além disso, os representantes do RI promovem o Rotary participando do painel de apresentações e encaminhando palestrantes para eventos realizados pela ONU e outras organizações internacionais.
O Rotary International indica representantes junto às seguintes entidades:
Imagem daqui

Cooperação entre o Rotary e outras organizações

Durante toda sua história, o Rotary International tem colaborado com as Nações Unidas, entidades governamentais e organizações sem fins lucrativos para aprimorar as condições de vida da humanidade.
O maior exemplo dessa cooperação evidencia-se na Pólio Plus, programa que visa a erradicação global da poliomielite. Trabalhando com o Unicef, Centro Norte-Americano de Controlo e Prevenção de Doenças, e Organização Mundial da Saúde, o Rotary contribuiu com mais de 600 milhões de dólares e inúmeras horas de serviços voluntários para imunizar mais de 2 mil milhões de crianças contra essa doença, que causa deformações físicas e frequentemente a morte das suas vítimas.
O Rotary e a ONU
O Rotary e as Nações Unidas possuem longo histórico de cooperação mútua e compartilham visões semelhantes para a construção de um mundo mais pacífico.
Em 1942, Rotary Clubs de 21 nações organizaram uma conferência em Londres para identificar maneiras de fomentar a educação, ciência e cultura após a II Guerra Mundial, a qual resultou no eventual estabelecimento da Unesco. Em 1945, 49 rotários foram a São Francisco para ajudar a elaborar a Carta da ONU e desde então as duas organizações têm usufruído estreito relacionamento, que se evidencia através da cooperação entre o programa Pólio Plus e as agências das Nações Unidas.
Actualmente, o Rotary detém o mais alto status consultivo oferecido a uma ONG, junto ao Conselho Económico e Social das Nações Unidas, o qual supervisiona diversas agências especializadas da ONU.
O Rotary mantém relacionamento com uma série de agências, programas e comissões da ONU através da sua rede de representantes, composta por representantes do RI junto das Nações Unidas e de muitas outras organizações.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

“Iniciativa Global de Erradicação da Pólio”

Lançado novo plano para a erradicação da Pólio
Sudhir Gupta, integrante da comissão Pólio Plus da Índia e Ex-Governador do Distrito 3100, imuniza uma criança de 4 anos em Uttar Pradesh. Foto de Allison Kwesell
A Organização Mundial da Saúde e a Unicef realizaram um evento, junto com o Rotary International e outros interessados, em Genebra, no dia 18 de Junho, para lançar o Plano Estratégico de 2010-12 da “Iniciativa Global de Erradicação da Pólio”.
O lançamento do Plano aconteceu num momento crucial. Os principais países endémicos têm mostrado avanços significativos contra a doença. O progresso mais evidente aconteceu na Nigéria, que registou apenas 3 casos até 6 de Julho de 2010, comparados aos 333 casos no mesmo período em 2009. A Índia reportou 22 casos da doença, comparados a 107 no ano passado.
Na África, 10 dos 15 países que tinham sido reinfectados pela Pólio em 2009 já conseguiram cessar os surtos.
Em Maio, a Assembleia Mundial da Saúde deu as boas-vindas ao novo Plano e expressou preocupação quanto ao capital necessário para as despesas operacionais durante os próximos 3 anos, o que representa um risco aos esforços de erradicação da Pólio e destaca a necessidade de o Rotary conseguir arrecadar os US$200 milhões.
A Directora-geral da OMS, Margaret Chan, pediu auxílio financeiro à comunidade internacional na luta para eliminar a Pólio. "Os próximos três anos, e principalmente os próximos 12 meses, serão críticos para a “Iniciativa Global de Erradicação” e para a saúde pública internacional de um modo geral".
Um elemento essencial do Plano é a vacina oral bivalente, que tem sido muito eficaz contra os tipos 1 e 3 do vírus da Pólio nos quatro países endémicos: Afeganistão, Índia, Nigéria e Paquistão. (O vírus tipo 2 já foi erradicado).
O Plano também focaliza as rotas de migração do vírus, o que torna os surtos altamente previsíveis. Campanhas sincronizadas de imunização estão a ser usadas para ajudar a prevenir e a acabar com os surtos.
Os parceiros na Iniciativa Global de Erradicação estão explorando diversas opções para arrecadar mais fundos e gerindo o fluxo de caixa para acabar com qualquer ameaça aos esforços de erradicação. O risco de não eliminar a Pólio em países endémicos ficou claro quando um grande surto ocorreu no Tajiquistão, país que não registava casos da doença desde 1997, causado por um vírus vindo da Índia no começo de 2010.
“A erradicação da Pólio é uma meta que requer o comprometimento absoluto de todos nós", disse o Director Executivo do Unicef, Tony Lake.  
“O Rotary acredita que o novo Plano Estratégico é o caminho para a erradicação da Pólio", afirmou o Presidente do Conselho de Curadores da Rotary Foundation, Carl-Wilhelm Stenhammar.