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sábado, 24 de julho de 2010

Portugueses confiam muito mais nas ONG do que no Governo

Dado o estado de desgraça em que se encontra a confiança nacional, saber que, no grupo das instituições em que os portugueses mais confiam, as ONG obtiveram um resultado de 52% face a uns meros 27% no que respeita ao Governo é quase uma "não-notícia".
Este é, contudo, um dos dados mais relevantes apresentados pelo Edelman Trust Barometer, um estudo que visa aferir a confiança dos cidadãos relativamente a várias instituições e que comemora este ano o seu 10º aniversário. Esta é a primeira vez que Portugal é "consultado" para fazer parte do estudo, que envolve 20 países e que chegou ao nosso país pela mão da IPSOS-APEME e do grupo GCI. Um outro dado, igualmente não surpreendente, é o facto de a falta de confiança generalizada manifestada pelos respondentes em Portugal ser apenas comparável à da Irlanda, no que respeita à média da União Europeia. Quando a questão é "empresas" , o seu índice de confiança ronda os 34%, seguida de muito perto pela comunicação social, com 32%.
Em termos de organizações empresariais, os sectores das tecnologias de informação, da energia e da alimentação são aqueles que mais confiança gera nos inquiridos, com as instituições financeiras a ocuparem os lugares mais baixos deste barómetro.
Já na comunicação social, são as publicações económicas que se destacam em termos de confiança (55%), seguidas pelas rádios (46%), televisões (37%) e, por último, os artigos produzidos pelos jornais generalistas, com 33%. A boa notícia é que, comparativamente à média europeia, Portugal atribui uma maior confiança á comunicação social no geral.
Notícia daqui

Alguém tem que cumprir a obrigação!

Universidade de São Paulo oferece cursos para a 3ª idade
A Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (USP), vai abrir inscrições para o programa “Universidade Aberta à Terceira Idade”, uma iniciativa da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária.
O programa, com actividades gratuitas, está voltado para pessoas com idade a partir dos 60 anos e consiste numa série de oficinas, palestras e disciplinas de cursos de graduação, oferecidas semestralmente. Apenas para as disciplinas de graduação, é exigido que o candidato possua, no mínimo, o ensino médio completo. Para as demais actividades, não é necessária a apresentação de diplomas ou certificados de escolaridade.
Notícia daqui

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Uma organização de Rotary para angariar fundos para projectos

Rotary Club de Três Lagoas (Distrito 4470) organiza Motoshow

O Motoshow 2010 tem o apoio financeiro da Câmara Municipal, da Fundação de Turismo do Estado e de vários patrocinadores locais e é organizado e realizado pelo Rotary Club de Três Lagoas. Totó, ele mesmo um motoqueiro inveterado disse que “É o evento de maior importância para o Rotary Club e também para a cidade, na medida em que movimenta o comércio local com as pessoas que vêm de fora. Em função do Motoshow, a cidade recebe cerca de duas mil motos. Esse é o objectivo principal do evento, o encontro de motoqueiros e apaixonados por motos”, lembrou.
Os recursos provenientes deste evento serão destinados a obras sociais da entidade. “Cerca de 500 pessoas entre rotários e contratados irão trabalhar este ano durante a festa”, comentou Totó. Enumerou os principais projectos sociais executados pelo seu Rotary club, com recursos do Motoshow: Planeta sustentável; arborização da cidade; criação de um banco de cadeira de rodas, que serão emprestadas temporariamente aos necessitados; combate à Pólio e um Projecto de Inclusão Tecnológica, com a construção de uma sala totalmente informatizada, já inaugurada na Vila Piloto.
Notícia daqui
Foto daqui

Uma verdade básica, uma solução óbvia…

“É barato cuidar dos pobres. Difícil é cuidar dos ricos”, diz Lula
O senhor disse que pretende levar a sua experiência em políticas sociais para a África e a América Latina...
O Brasil tem acúmulo de experiências de políticas públicas bem-sucedidas e pode contribuir com a África e a América Latina. Estas políticas precisariam de ser adaptadas conforme cada realidade, respeitando a cultura local. Nunca gostei de receber receitas prontas.
O primeiro grande acerto das nossas políticas sociais está num cadastro de pessoas bem feito. Desta forma, não se joga dinheiro fora. O sucesso do Bolsa Família está no facto de o Governo Federal não saber quem são os beneficiados. As Câmaras fazem o cadastro e não nos importamos qual é o partido político do Presidente ou o perfil do Beneficiado. Por fim, a Caixa Económica Federal paga o benefício através de um cartão magnético.
Em segundo lugar, provamos ser barato cuidar dos pobres. Difícil é cuidar dos ricos. O Banco Nacional do Nordeste (BNB) emprestou R$ 1,3 bilhão para um milhão de pequenos produtores. Ou seja, R$ 1 bilhão gerou um milhão de postos de trabalho. Se fosse para uma grande empresa, geraria só 300 ou 400. Em 2002, o BNB emprestou R$ 262 milhões, com 37% de inadimplência. No ano passado, foram R$ 22 bilhões, com 3% de calote. Por quê? Porque pobre quer pagar. O facto é que dá status às empresas dever R$ 10 bilhões ao Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social. Mas pobre não gosta de dever. Até porque isso ameaça o seu próprio nome, o único património que tem. O retorno das políticas sociais é extraordinário, como mostram as acções dos Territórios da Cidadania. O Bolsa Família custa R$ 12 bilhões por ano, só 1% do Orçamento. O Luz para Todos custou outros R$ 14 bilhões. Não é gasto, é investimento.
Entrevist e foto aqui

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Município de Paços de Ferreira promove voluntariado para idosos

A Câmara Municipal de Paços de Ferreira desafia os idosos do concelho a participarem no projecto “Este Mundo é dos Velhos”, para desenvolverem acções de voluntariado na comunidade.
O programa será primeiramente aplicado aos projectos e monumentos do município. As pessoas com mais de 65 anos têm a oportunidade de fazer vigilância nas Piscinas Municipais, guiar os visitantes no Museu Arqueológico, Citânia de Sanfins e Jardins com História e dinamizar o projecto Biblioparque. O objectivo é alargar a experiência a outras instituições.
A iniciativa surge da necessidade de promover um envelhecimento activo na sociedade. "A velhice não tem que ser vivida dramaticamente na solidão e na marginalização social. É preciso criar ambientes normais de convivência entre as diferentes gerações, que permitam desmistificar os preconceitos associados aos idosos e recuperar as solidariedades informais, de forma a assegurar o máximo de qualidade de vida", refere a proposta levada à reunião do Executivo.
Texto daqui

Mais uma Parceria entre a Câmara e o Rotary Club

Bragança vai ter novas instalações para a Universidade Sénior de Rotary
A Universidade Sénior de Bragança vai ter novas instalações, com melhores acessibilidades, num edifício desocupado, junto à Escola Secundária Abade Baçal, cedido pela Câmara de Bragança. O objectivo é permitir a mais idosos participar nos cursos para seniores promovidos pela instituição, que tem cerca de 40 alunos e está actualmente instalada no 2º piso da Casa do Professor, o que dificulta a participação de idosos com maiores dificuldades de mobilidade.
Mariema Gonçalves, presidente do Rotary Club de Bragança, instituição responsável pelo estabelecimento, acredita que a mudança irá permitir a participação de mais idosos. “Contamos ainda durante este ano rotário [até Junho de 2011] proceder à escritura, mas já temos o espaço cedido pela Câmara Municipal. Aí, poderemos ter melhores condições para os nossos seniores. Tem melhores acessibilidades, menos escadas, o que poderá potenciar mais alunos”, explicou a responsável do Rotary local.
Notícia e foto daqui

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Transmissão de tarefas no Rotary Club de Águeda

O calendário “ditou” a celebração de um dos momentos mais importantes em Rotary.
O Rotary Cube de Águeda viveu o momento especial da transmissão de Tarefas. Albano Melo, Rita Melo e Ana Beatriz, presidentes cessantes do Rotary, do Rotaract e do Interact Club de Águeda, encerraram o seu ano rotário, partilhando as suas experiências com os sucessores: respectivamente Lucinda Roque, Samuel Vilela e Vasco Brás.
O fim de um ano rotário marca o início de outro, renovando-se os rostos, os projectos, os objectivos, mas mantendo a vontade e a dedicação inerentes a um movimento de serviço à comunidade.
Os três clubes aguedenses, três gerações do movimento rotário, apresentaram sob o lema “Fortalecer Comunidades, Unir Continentes”, as faces para o ano de 2010-2011, Lucinda Roque (Rotary), Samuel Vilela (Rotaract) e Vasco Brás (Interact).
O evento decorreu já no dia 2 de Julho, na Estalagem da Pateira, em Fermentelos, reunindo não só a família rotária  aguedense, mas também diversos clubes do Distrito 1970 (de Valença a Leiria), amigos e parceiros.
Notícia e foto daqui
O RC da Póvoa de Varzim, dá os parabéns ao Companheiro Presidente 2009/10, Albano Melo e deseja um bom ano rotário à Companheira Presidente Lucinda Roque, com um “até breve”, na Festa do Leitão. 

Intercâmbio de Jovens – (5ª) Avenida de Serviços das “Novas Gerações”

Intercâmbio faz a diferença

Costumadas a lidar com adolescentes e intercâmbios, duas especialistas não poupam razões para estudantes e pais planearem essa experiência. Cada vez mais popular, já ficou no passado o conceito de que estudar e morar fora era para ricos, já que instituições já colocam os intercâmbios ao alcance da classe média.
“É interessante, porque foram os rotários que lançaram esse modelo de estudar fora e viver em uma casa de família, lá pelos anos 30. É um legado do Rotary International. As famílias perceberam que é um investimento no futuro do jovem, não uma despesa” – diz Ana Flora Bestetti, da Comissão de Intercâmbio de Jovens, de Porto Alegre.
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Muito mais que uma viagem, estudar no estrangeiro exige comprometimento e maturidade dos jovens
Adriela estudou o 2º ano do Ensino Secundário na cidade de Aguascalientes, localizada no centro do México, uma das regiões mais quentes e desérticas do país. Mas o que ela trouxe de lá foi muito mais do que conhecimentos de sala de aula: amadurecimento. Ela foi outra beneficiada pelo programa de Intercâmbio mantido por uma organização presente em todo o mundo e com representação forte no Estado: o Rotary International.
A oportunidade que a adolescente segurou com as duas mãos está aberta a toda a comunidade, filhos ou não de rotários (como são chamados os filiados em Rotary). Há custos com os quais a família do estudante precisa arcar (taxas de inscrição, passagens, seguro de saúde), mas ainda assim muito baixos, se comparados com empresas especializadas. O jovem fica em casas de famílias seleccionadas, de graça.
Imagem daqui

Em Mirandela o Rotary Club já pedala

População pedalou para ajudar instituição de solidariedade
Este foi um encontro que tinha como objectivo, a angariação de fundos para ajudar uma Instituição de solidariedade de Mirandela.
O Presidente do Rotary Clube de Mirandela, Paulo Pinto, referiu que “Para além da causa, que é a ajuda de crianças desfavorecidas, o facto de termos tantos participantes de diferentes proveniências e que deram este número significativo, sensibiliza-nos imenso”.
A I Pedala pela Solidariedade tinha como principais objectivos, apelar à prática de uma vida activa, recorrendo à utilização da bicicleta e proporcionar o companheirismo e a solidariedade.
No final da I Pedalada pela Solidariedade, o Presidente concluiu que os objectivos “foram alcançados”, acrescentado que “os nossos patrocinadores têm que se sentir honrados” e o facto de as pessoas estarem solidárias em relação a esta causa “dá-nos força para continuar” disse.
Texto e foto daqui

Rotary, sempre e cada vez mais nas calamidades

Rotary Club doa camas para desalojados de Angra dos Reis, Brasil
A Câmara Municipal de Angra dos Reis está a fazer parcerias para assistência às vítimas das chuvas. Em função da calamidade, o Rotary está a trabalhar com a Câmara na assistência às vítimas, desde o início do ano, diz a Secretária de Acção Social, que já recebeu 100 camas do Rotary Club de Angra dos Reis.
A doação foi possível graças ao Rotary Club de Londrina, que forneceu as camas a pedido dos companheiros de Angra. As camas são feitas de madeira maciça, reciclável, e estão armazenadas na Praia do Anil.
De acordo com Celso Andrade, presidente do Rotary Club de Angra, a unidade já entregou 5 toneladas de donativos, um caminhão de água mineral, além de ter contribuído na prestação de socorro às vítimas dos alagamentos no Parque Mambucaba, adiantando que o trabalho junto à Câmara Municipal vai continuar e novas doações serão feitas, incluindo a possibilidade de novas camas.
Notícia daqui
Foto daqui

sábado, 17 de julho de 2010

Notícia(s) do(s) dia(s)…


São necessários dados mais actuais para combater a crise

Responsáveis de instituições de apoio social criticam últimos números do Instituto Nacional de Estatística.
Segundo o presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP), Alfredo Bruto da Costa, “estes dados não acrescentam nada, em termos de políticas imediatas de combate à crise que o país atravessa, porque estão desactualizados”.
A trocarem as voltas aos pobres
Não há outra maneira de descrever o caos da discussão: trocar as voltas aos pobres. Pelo meio ficaram sucessivas trocas de papéis, de galhardetes, de picardias e de responsabilidades passadas. E o pobre a ver, claro, quando só queria mais dinheiro.
Risco de pobreza desce, mas ainda não reflecte a crise
Um dos dados mais preocupantes - e que se agravou no último ano - é o facto de quase metade da população portuguesa (41,5%) estar em risco de pobreza, antes de qualquer transferência social. O que revela a "importância destes apoios por parte do Estado", diz Amélia Bastos, mas também a necessidade de ir mais além do que as políticas "avulsas do subsídio", defende Aurora Teixeira, insistindo que o combate à pobreza passa por medidas transversais de educação, combate ao abandono escolar, mais qualificações e melhor inserção no mercado de trabalho.
O estudo do INE revela ainda que há uma "forte desigualdade na distribuição dos rendimentos em Portugal": em 2008, o rendimento dos 20% com maiores rendimentos era seis vezes superior aos 20% mais pobres, rácio que aumentava para 10,3 se a parcela fosse a dos 10% mais ricos.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Notícia(s) do(s) dia(s)…

ÍNDIA PIOR QUE A ÁFRICA: 420 MILHÕES DE POBRES
A Índia tem uma população de pobres maior do que a existente nos 26 países mais miseráveis da África. Considere-se que a Índia tem uma população de 1.129.866.200 (dado de 2007) enquanto o continente africano superou, em 2009, o teto de um bilhão de habitantes.
Com base nesse critério de avaliação, no sul da Ásia vivem 50% dos pobres de todo o mundo (840 milhões de seres humanos), enquanto a África abriga "apenas" (e esse "apenas" deve ser entre aspas, obviamente) um quarto da população pobre do Planeta (480 milhões de pessoas). No total, em 104 países de todo o mundo, um bilhão e 700 milhões de pessoas vivem na miséria.
Texto daqui - Foto daqui
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Presidente da República alerta para aumento dos casos de fome
“É preciso muito cuidado na definição das prioridades, quer a nível central quer a nível local. É preciso proteger as pessoas de mais baixos rendimentos, garantir os apoios indispensáveis àqueles que se encontram em situação particularmente vulnerável, àquelas famílias que passam por privações materiais. As respostas às situações de emergência social não podem deixar de ser uma primeira prioridade. As pessoas estão, de facto, primeiro”, sublinhou o Presidente da República.
Texto completo e foto daqui
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ONG "Mundo a sorrir" cuida de famílias carenciadas do Porto
Uma organização não-governamental chamada "Mundo a sorrir" já ofereceu dois mil tratamentos a famílias carenciadas do Porto. Na clínica, que existe há um ano, presta todo o tipo de cuidados médico-dentários, à excepção de implantes. Tudo de forma voluntária.

Texto e vídeo daqui

terça-feira, 13 de julho de 2010

Notícia(s) do(s) dia(s)…

Os jovens e a cidadania 
IPJ - ACÇÃO PROMOVE PROGRAMA JUVENTUDE EM ACÇÃO
Muito menos conhecido e utilizado do que o seu interesse ditaria, o Programa Juventude em Acção destina-se a alargar os horizontes de cidadania dos jovens na Europa.
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Reconstrução lenta desespera milhões de haitianos
Só 2% dos escombros foram retirados, seis meses após o terramoto de 12 de Janeiro. ONG evitaram propagação de epidemias
"Não temos muitas perspectivas. Não temos meios para reconstruir. Será que o dinheiro prometido pela comunidade internacional alguma vez vai chegar?" Franck Paul, ex-presidente da câmara de Port- -au-Prince, deixa a questão a pairar seis meses depois do abalo de consequências trágicas que afectou o Haiti - o país mais pobre do hemisfério ocidental.
Texto e foto daqui
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Live Aid: 25 anos depois
O mega-concerto solidário Live Aid realizou-se há 25 anos, em Londres, Inglaterra, e Filadélfia, EUA, tendo como objectivo angariar fundos para combater a pobreza em África. Volvido este tempo, será que o projecto de Bob Geldof mudou alguma coisa? Aparentemente, sim.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Notícia(s) do(s) dia(s)

Iraniana poderá ser executada por apedrejamento a qualquer momento
A iraniana Sakineh Mohammadie Ashtiani, de 42 anos, mãe de dois filhos, pode ser apedrejada até à morte a qualquer momento, depois de ter sido considerada culpada por adultério por três juízes. Para além da Human Rights Watch, também a Amnistia Internacional pediu ao Governo iraniano que cancele imediatamente as execuções.
Texto e imagem daqui
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Associação Sénior foi criada em Castro Verde
Já foi criada, a 7 de Maio, a Associação Sénior Castrense (ASC), em Castro Verde, para implementar o projecto da Universidade Sénior naquele concelho, que terá como principal objectivo dinamizar o ensino não formal, "leccionado através de diversas matérias, no contexto da formação como experiência de vida".
Com acções vocacionadas para maiores de 50 anos, a nova colectividade pretende "organizar actividades complementares, de carácter cultural, recreativo, desportivo e de convívio, como a criação de um grupo de teatro e de um grupo de voluntariado".
Texto daqui

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Preocupações dos Bispos lusófonos


Novas formas de corrupção, comércio e tráfico de droga e pessoas
Reunidos em S. Tomé e Príncipe, desde o dia 2 deste mês, os representantes das Conferências Episcopais das Igrejas Lusófonas, debruçaram-se sobre o tema da “pobreza e exclusão social nos países que representam”.
Os Bispos dos países lusófonos estão preocupados com a “apropriação indevida de bens”; com “as novas e sofisticadas formas de corrupção” e com a “comercialização da droga, o tráfico de pessoas, o desrespeito pela Vida”.
Os presentes denunciam “a apropriação indevida dos bens, que deviam ser de todos, e estão a ser cada vez mais usurpados por oligarquias de poder político e económico que, sem qualquer escrúpulo, enriquecem à custa dos pobres” – lê-se num comunicado enviado à Agência ECCLESIA.
Também a corrupção mereceu uma reflexão social e ética por parte de todos os líderes religiosos reunidos neste IX Encontro, que foram dando conta “de novas e sofisticadas formas de corrupção que, para além de uma condenação ética, contaram também com um grito de lamento pelas gravíssimas consequências que tal prática acarreta na desorganização, muitas vezes, ao nível das próprias administrações públicas das quais seria legítimo esperar a defesa dos cidadãos” – sublinha o documento. E acrescenta: “Igual condenação social mereceram a comercialização da droga, o tráfico de pessoas, o desrespeito pela Vida”.
Como geradoras de pobreza e exclusão social foram também apontadas “as debilidades cada vez maiores das instituições da chamada sociedade civil, por falta de preparação técnica e consciencialização cívica na defesa dos seus legítimos direitos”.
Como propostas de actuação, os representantes das Conferências Episcopais das Igrejas Lusófonas declaram “ser prioritário, sem abandonar o que se tem vindo a fazer, investir mais na «alteração das estruturas» (através da preparação técnica e ética de novos quadros) do que a «gestão das conjunturas» (ao nível do simples assistencialismo)”.
Um “ensino que ajude a transformar mentalidades” e “a adquirir capacitações para que pessoas e comunidades deixem de ser simples «destinatários» de políticas sociais e subsidiações estatais” foi outra proposta lançada.

Notícia(s) do(s) dia(s)…

Senado brasileiro aprova PEC que torna permanente o Fundo de Combate à Pobreza
O Fundo de Combate e Erradicação à Pobreza foi criado em Dezembro de 2000, por proposta do senador baiano, Antônio Carlos Magalhães. Tem validade até esse ano e financia acções de nutrição, habitação, educação, saúde e reforço de renda familiar, como o bolsa-família.
A proposta de emenda à Constituição, do Senador Antonio Carlos Júnior, da Baía, prorroga por tempo indeterminado a vigência desse fundo.
Texto daqui - Foto daqui
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Cuba: Recebe workshop sobre "Formação e Emprego"
A Biblioteca Municipal de Cuba recebe hoje, um workshop sobre “Formação e Emprego”, organizado pelo Núcleo Distrital de Beja da Rede Europeia Anti-Pobreza, em parceria com a CERCIBEJA e as câmaras do distrito.
Uma acção desenvolvida através do projecto Localizar o Social e Socializar o Local, do Programa Nacional do Ano Europeu de Combate à Pobreza e Exclusão Social.
Texto e imagem daqui
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POBREZA CHOCANTE NA LUSOFONIA
Bispos lusófonos continuam reunidos em São Tomé.
«A luta contra a pobreza nos países lusófonos» é o tema do encontro que decorre desde o dia 2 de Julho.
Em entrevista à Rádio Vaticano, Dom Filomeno Vieira Dias lamentou a pobreza em que vivem as populações deste espaço do planeta.
Os relatos da realidade social na lusofonia chocaram os presentes.
Para Dom Carlos Zili, da Guiné Bissau, a independência dos países africanos não resolveu a questão do desenvolvimento.
O Bispo de Bafatá explicou que no seu país, alguns intelectuais começam a pôr em causa os aspectos positivos da luta pela independência dos países africanos.
Texto e imagem daqui

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Página do Rotary International no YouTube

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terça-feira, 29 de junho de 2010

Conhecer a comunidade, agir em solidariedade...

Portugueses vivem «ensanduichados»

Maioria dos portugueses vive com menos de 900 €/mês e tem dificuldades em pagar as despesas.
Um quinto (205) vive abaixo do limiar da pobreza.
Começam a proliferar em Portugal as chamadas «famílias sanduíche». São compostas por membros trabalhadores, com rendimentos superiores ao limiar de pobreza, mas que têm dificuldades em suportar todas as despesas.
Um estudo do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) conclui que 57% dos portugueses vivem com menos de 900 euros por mês, um dado que surpreendeu os responsáveis pelo estudo «Necessidades em Portugal».
Estas famílias «têm dificuldades em suprir as suas necessidades quotidianas e muitas vezes são ajudados pelos familiares para terem os bens básicos», afirmou a investigadora do Centro de Estudos Territoriais do ISCTE e coordenadora do estudo, Isabel Guerra à Renascença.
O estudo conclui ainda que os portugueses gostam do seu trabalho, «mas acham-se injustamente remunerados, o que depois se associa a um mal-estar em relação à visão do futuro e à capacidade de terem melhores rendimentos», refere ainda.
Os portugueses consideram-se, apesar de tudo, felizes. Numa escala de 1 a 10, o grau de felicidade nacional situa-se nos 6,6, nota positiva, ainda que abaixo da média europeia, que fica nos 7,5.
O estudo conclui também, que um quinto das famílias portuguesas (cerca de 20%) vivem abaixo do limiar de pobreza.
Nas conclusões deste estudo, que é apresentado esta segunda-feira na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, os especialistas recomendam que o mercado de trabalho seja uma prioridade para os decisores políticos, não só por causa dos rendimentos que gera, mas também porque desempenha um papel social que não pode ser substituído por subsídios.
Texto daqui

Escultura “Muchas vecez” de Juan Muñoz

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Santa Sé: G8 não deu os frutos esperados

“Pietá” de Miguel Ângelo
O Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone criticou o resultado das cúpulas nos últimos dias por alguns dos líderes mais importantes do mundo, no Canadá.
"O G8 não deu os frutos esperados. Agora confiamos que o G20 possa fazer qualquer coisa a mais" – declarou o Cardeal, falando sobre a crise económica durante a homilia celebrada na localidade de Chiavari, na província italiana de Génova.
O Secretário de Estado apontou as dificuldades, "especialmente dos mais vulneráveis", e citou os problemas dos jovens, "que não têm salários justos" e das pessoas que perdem o trabalho e não conseguem achar outro.
Ele acrescentou que, diante de uma situação de crise, cada cristão deveria sentir-se chamado a edificar a sociedade sobre os valores evangélicos, capazes de ajudar quem se encontra numa situação de necessidade, assim como demonstrar solidariedade com quem se encontra na indigência.
A propósito, o Cardeal destacou o trabalho que está a ser feito pela Igreja para ajudar os mais vulneráveis, em resposta à crise, citando em especial a sua actividade educativa, de assistência e de promoção humana.
Neste fim-de-semana, realizou-se no Canadá a Cúpula do G20 (grupo dos países mais ricos do mundo e dos principais emergentes), evento que se seguiu à Cúpula do G8 (grupo dos países mais industrializados do mundo e a Rússia).
O resultado de ambos os encontros foi considerado fraco pelos media e por organizações não-governamentais - ONGs.
Notícia daqui