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terça-feira, 8 de junho de 2010

Bill Gates chuta a Pólio para fora de África / Rotary Clubs nigerianos e de outros países africanos unidos contra a Pólio

Ao assinar a bola de futebol que saiu da Cidade do Cabo rumo ao Egipto, parando em 22 países no meio do caminho, Bill Gates deu hoje um grande apoio à campanha Chute a Pólio para Fora de África (KPOA). Durante o percurso da bola, os Rotary Clubs africanos aproveitaram para divulgar ao público a importância das imunizações para a erradicação da poliomielite. Bill Gates, que é co-presidente da Fundação Bill e Melinda Gates, elogiou o Rotary pela sua determinação em tirar a doença da África e de todo o mundo.
Gates também elogiou a Nigéria pelo progresso alcançado na luta contra a doença e pediu ao país que leve o trabalho até ao fim. Ele juntou-se a líderes nigerianos para chamar atenção às rodadas de imunização que serão realizadas em todo o continente, onde mais de 100.000.000 de crianças menores de cinco anos serão vacinadas.
Desde que os parceiros na Iniciativa Global de Erradicação da Pólio, que são o Rotary, OMS, CDC e Unicef, começaram a cruzada contra a doença em 1988, a incidência da poliomielite caiu em 99%. No continente africano o vírus só é endémico na Nigéria, mas a doença ainda ameaça crianças em muitos outros países de alto risco, o que ilustra a necessidade de continuar a protegê-las. De acordo com a OMS, apenas 3 casos de Pólio foram registados na Nigéria até 25 de Maio deste ano, comparado a 276 durante o mesmo período em 2009.
“O recente progresso da Nigéria contra a Pólio é uma conquista da qual todos os nigerianos devem sentir orgulho”, disse Gates. “A Nigéria está no caminho certo para eliminar o vírus, graças à dedicação dos seus líderes, trabalhadores da área da saúde e pais zelosos.”
Depois de viajar por quase quatro meses pelo continente, a bola de futebol está perto do seu destino final na África, mais precisamente na Biblioteca de Alexandria, no Egipto, em 12 de Junho. Os campeões da liga africana de futebol chutarão a bola, simbolizando que ela está a ser chutada do continente africano para o Mar Mediterrâneo. Além da primeira-dama do país Suzanne Mubarak, estarão presentes na ocasião Hani Salama, estrela de cinema engajada na luta contra a Pólio, representantes do governo egípcio e vítimas da Pólio.
O Dr. Ismael Serageldin, director da biblioteca, disse que o esquecimento e desinteresse não se podem interpor no caminho, relegando as pessoas a uma vida de miséria. “Agora falta pouco; estamos na arrancada final e bem perto do objectivo”, festeja.
No dia 23 de Fevereiro o Rotary lançou a campanha de consciencialização “Chute a Pólio para Fora de África” na Cidade do Cabo, uma das anfitriãs do Campeonato do Mundo de Futebol de 2010. A assinatura do Arcebispo emérito Desmond Tutu na bola simbolizou o chuto inicial. Do Egipto a bola seguirá para Montreal, no Canadá, onde será exibida na convenção do RI em fins de Junho.
O Rotary lançou uma campanha on-line para que as pessoas assinem a bola em www.kickpoliooutofafrica.org. As assinaturas serão apresentadas aos parceiros da Iniciativa Global de Erradicação da Pólio depois do Campeonato do Mundo de Futebol.
“Estamos a convocar os jogadores de futebol do continente para promover a campanha. Somente esforços conjuntos podem surtir efeito para que a doença deixe de existir na África e não volte jamais para o mundo”, disse o ex-presidente sul-africano Nelson Mandela durante o discurso na cimeira da Organização da Unidade Africana em 1996, quando ele formalmente inaugurou a campanha Chute a Pólio para Fora de África.
“Sendo o parceiro voluntário do sector privado na Iniciativa Global de Erradicação da Pólio, o Rotary já contribuiu com US$388 milhões para as actividades de erradicação na África”, informou June Webber, organizadora da campanha do Rotary na África do Sul.
Nwankwo Kanu, capitão da equipa nigeriana, disse ter dois objectivos para 2010: “que a Nigéria brilhe no Campeonato do Mundo de Futebol e que o vírus suma da África de uma vez por todas”.
Há mais de duas décadas que a erradicação da Pólio tem sido a prioridade número um do Rotary, que já contribuiu com mais de US$900 milhões para livrar o mundo da doença. Não vai há muito tempo que o Rotary se comprometeu a arrecadar US$200 milhões para equiparar parte dos US$355 milhões doados pela Fundação Bill e Melinda Gates. O montante de US$555 milhões será utilizado em actividades de erradicação.
O progresso até agora tem sido excelente, e a incidência de casos de Pólio caiu de 350.000 em 1988 para menos de 2.000 em 2009. Mais de dois mil milhões de crianças foram imunizadas em 122 países, evitando que cinco milhões de crianças ficassem paralíticas e 250.000 morressem.
Para assinar e chutar a bola clique www.kickpoliooutofafrica.org
ABUJA, Nigeria, June 7, 2010/African Press Organization (APO)

sábado, 5 de junho de 2010

Nem tudo o homem pode

Das ferramentas de pedra e lanças de pau do homem das cavernas às ferramentas de alta precisão e armas exterminadoras de hoje; da descoberta do fogo aos combustíveis que accionam os foguetes espaciais; da invenção da escrita ao computador, à internet, à decifração do genoma humano, à clonagem de animais e até de célula artificial, o conhecimento humano e a sua transformação em tecnologias, regista uma evolução fantástica. Tão fantástica que já é comum ouvir-se que o homem quer imitar ou substituir Deus. Cerca de dois mil físicos, inclusive brasileiros, participam das experiências realizadas no Grande Colisor de Hádrons, um túnel circular de 27 km, a 100 m abaixo da superfície, na Suíça, equipado para testes de física nuclear. Ali, através da colisão de feixes de partículas subatómicas, eles estão procurando confirmar a existência da “partícula de Deus”, ou “bóson de Higgs”. Essa partícula seria a responsável pela explosão que deu origem ao universo, o Big Bang. Se encontrarem essa partícula, estará decifrada (será?) a origem de todas as coisas, e os ateus estarão tranquilos, certos de que encontraram o seu deus.
Com todo esse avanço do conhecimento, pode-se dizer que o homem pode tudo? Não, nem tudo. Vamos ver alguns casos que desafiam esse poder. Primeiramente, um que parece inconcebível, diante de tanto avanço da inteligência e da tecnologia - a explosão da plataforma de petróleo no Golfo do México. Por que, com todo o avanço da engenharia, até quando escrevíamos, eles não conseguiam estancar o jorro de petróleo? Eles foram capazes de perfurar o poço no fundo do mar, como a Petrobras também vem fazendo, agora com mais arrojo ainda, atingindo a camada de pré-sal, a milhares de metros de profundidade. Se são capazes de furar o poço, de instalar a tubulação e operar a extracção, em cima de uma plataforma flutuante, porque são incapazes de fechar o poço, que está ameaçando provocar, talvez, o maior desastre ecológico do Planeta? Seria muito para quem colocou uma estação espacial tripulada em órbita a mais de 400 km da Terra, fechar um poço a 1.500 metros no fundo do mar?
Como esse, em muitos outros casos de natureza prática, o homem se mostra impotente. E mais impotente, ainda, quando se trata de casos de natureza humana. Se houve progresso com as ciências físicas, igualmente houve muito progresso nas ciências humanas.
Dos romanos aos nossos dias o Direito acumulou montanhas de obras, pareceres e decisões jurídicas do mais elevado conhecimento e sentido de justiça. A Sociologia, a Psicologia e ciências afins têm decifrado o ser humano em todos os seus aspectos. Com tudo isso, o homem não tem conseguido manter a paz. No fórum adequado ao debate dos assuntos que dizem respeito à convivência do homem em sociedade, os parlamentares, em todo o mundo, não são capazes de discutir sem se ofenderem e trocarem sopapos. Os trabalhadores, públicos e privados, não conseguem discutir os seus direitos sem terminar em confrontos policiais e pancadaria. Vizinhos, que precisariam viver ajudando uns aos outros, em face da insegurança e outras ameaças à tranquilidade, brigam por causa de barulho, de gatos e cachorros. No trânsito o homem perde a civilidade, não respeita ninguém - infringe a lei, xinga e mata.
A organização, reunindo as pessoas sob um mesmo ordenamento, cria uma força chamada sinergia. Imagine agora a sinergia de uma nação, multiplicando os conflitos dos pequenos grupos por milhões de pessoas e conclua se é possível a paz entre judeus e palestinianos e entre países muçulmanos e comunistas, com outros povos. E não é por falta de esforço para pacificação.
Entre as organizações que lutam pela paz está o Rotary International, através da Rotary Foundation, que criou em universidades dos Estados Unidos, Austrália, Reino Unido, Japão, Tailândia e Argentina, “Centros Rotary pela Paz Mundial”, com a finalidade de ampliar a eficácia da entidade e dos rotários em promover maior tolerância e cooperação entre as pessoas, aumentando as possibilidades de paz e compreensão no mundo.
Neles, os bolsistas estudam relações internacionais, administração pública, desenvolvimento auto-sustentável e estudo da paz e resolução de conflitos. Parece um esforço pequeno, dada a magnitude do problema, mas, com certeza, se multiplicará, em razão do inquestionável conceito da Rotary Foundation.
Por Pedro Grava Zanotelli ex-presidente da Ordem dos Velhos Jornalistas de Bauru e membro da ABLetras no JCNRT - 04/06/2010

Nota - Quando o reconhecimento vem de quem não é rotário, é mais fácil acreditar nas virtudes

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

END POLIO NOW-31 Outubro-Casino da Póvoa

Pagamento: Por cheque cruzado à ordem de Rotary Club Santo Tirso
Envio da Inscrição para:
Tesouraria:
Armindo Godinho da Silva – Rotary Clube de Santo Tirso
Rua Jornal de Santo Tirso – Edifício Vilalva – Sala 8 , 4780 – 484 Santo Tirso
Tlm: 917205453 – Tel: 252856727 – Fax: 252850217
armindo_godinho@iol.pt
mailto:rotarycstirso@gmail.com
http://www.rotarycstirso.org/index/