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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

As mesmas causas, os mesmos efeitos!

O cartoon acima publicado, não se refere à estrutura sócio-económica do nosso país, mas chega-nos do país irmão, no “Blog do Ferreira”.
Qualquer semelhança, será pura coincidência, coincidência que se alastra por todo o mundo democrático e que é mais notória nos países não-democráticos.
A ser verdade, e sabendo-se que “as mesmas causa produzem os mesmos efeitos”, torna-se evidente que se não se eliminarem as causas, os efeitos serão sempre, sempre, sempre os mesmos: a pobreza

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Voluntariado: Testemunho de quem sabe…

Trabalho voluntário também abre portas em muitas empresas
O Relações Públicas Pedro Prochno, de 24 anos, atribui à sua experiência no Rotex, um grupo de ex-intercambistas do Rotary Internacional, muitos pontos extras na sua carreira. “Em todas as entrevistas de emprego que fiz sempre o assunto de trabalho voluntário era comentado. Perguntavam o que eu fazia, por que fazia, para quem fazia e o que acreditava que isto beneficiaria”, explica.
É claro que a primeira motivação para quem quer realizar um trabalho voluntário é o desejo de ajudar alguém. Mas não dá para negar que a própria pessoa também sai ganhando. E não só pelo sentimento de estar fazendo boas acções.
Cada vez mais empresas seguem esse princípio e, por isso, realizar algum trabalho voluntário pode tornar-se um item de grande valor no currículo – mesmo que seja numa área não directamente ligada à empresa.
Prochno trabalha hoje em Relações Governamentais, é integrante do Rotaract Clube Aliança Lapa e não hesita em dar seu conselho: “incentivo todos os jovens e inclusive adultos a buscar alguma organização para atuar como voluntário”.
Texto e foto daqui

Terceiro sector, ou Sociedade civil?

Terceiro sector é uma terminologia sociológica que dá significado a todas as iniciativas privadas de utilidade pública com origem na sociedade civil. A palavra é uma tradução de Third Sector, um vocábulo muito utilizado nos Estados Unidos para definir as diversas organizações sem vínculos directos com o Primeiro sector  (Público, o Estado) e o Segundo sector (Privado, o Mercado).

Definição

Apesar de várias definições encontradas sobre o Terceiro Sector, existe uma definição que é amplamente utilizada como referência, inclusive por organizações multilaterais e governos. Proposta em 1992, por Salamon & Anheier, trata-se de uma definição estrutural/operacional, composta por cinco atributos estruturais ou operacionais que distinguem as organizações do Terceiro Sector de outros tipos de instituições sociais.
São eles:
§  Formalmente constituídas: alguma forma de institucionalização, legal ou não, com um nível de formalização de regras e procedimentos, para assegurar a sua permanência por um período mínimo de tempo.
§  Estrutura básica não governamental: são privadas, ou seja, não são ligadas institucionalmente a governos.
§  Gestão própria: realiza sua própria gestão, não sendo controladas externamente.
§  Sem fins lucrativos: a geração de lucros ou excedentes financeiros deve ser reinvestida integralmente na organização. Estas entidades não podem distribuir dividendos de lucros aos seus dirigentes.
§  Trabalho voluntário: possui algum grau de mão-de-obra voluntária, ou seja, não remunerada ou o uso voluntário de equipamentos, como a computação voluntária.

Tipos de Organizações

Sociedade civil, ou Terceiro Sector?

O termo sociedade civil refere-se à totalidade das organizações e instituições cívicas voluntárias que formam a base de uma sociedade em funcionamento, por oposição às estruturas apoiadas pela força de um estado  (independentemente do seu sistema político).
Definição
Existem uma infinidade de definições de sociedade civil. A prática definição do Centro para a Sociedade Civil da London School of Economics é bastante ilustrativa:
Sociedade civil refere-se à arena de acções colectivas voluntárias em torno de interesses, propósitos e valores. Na teoria, as suas formas institucionais são distintas daquelas do estado,  família e mercado, embora na prática, as fronteiras entre estado, sociedade civil, família e mercado sejam frequentemente complexos, indistintos e negociados. A sociedade civil comummente abraça uma diversidade de espaços, actores e formas institucionais, variando em seu grau de formalidade, autonomia e poder. Sociedades civis são frequentemente povoadas por organizações como instituições de caridade, organizações não-governamentais de desenvolvimento, grupos comunitários, organizações femininas, organizações religiosas, associações profissionais,  sindicatos, grupos de auto-ajuda,  movimentos sociais, associações comerciais, coalizões e grupos activistas.
Origem

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Pois claro! Desemprego vs voluntariado!!!

Uma (J) pretende continuar o incentivo de jovens para o voluntariado
Vários jovens receberam ontem os certificados de participação numa acção de formação.
"Capacitar os jovens com competências pessoais e humanas para o exercício do voluntariado" foi o objectivo da formação realizada com um grupo de jovens que ontem receberam os seus certificados.
Elogiando-se a atitude altruísta, fez-se a apologia do incentivo a "uma geração voluntária, consciente", e deu-se conta do contributo da juventude na ajuda às vítimas do temporal de Fevereiro e em acções de defesa do Ambiente.
Notícia daqui
Foto daqui

Do mal o mínimo?

IAVE – Irlanda: estudo mostra o benefício do voluntariado em tempos de recessão económica
É público e notório que o desemprego de longa duração acarreta um efeito negativo marcante numa carreira profissional, tornando mais difícil para esse cidadão retornar ao mercado de trabalho.
Um estudo realizado por Centros de Voluntariado do IAVE – da Irlanda aponta que o voluntariado pode ajudar a prevenir alguns desses danos, mantendo o voluntário conectado a uma rede de trabalho, criando novos contactos, aprendendo novas competências e mantendo-o ocupado.
A pesquisa demonstra que o voluntariado proporciona o aumento do capital humano e social em uma determinada área profissional afectada pela crise económica.
Os cidadãos que ficam desempregados num período de recessão económica e decidem servir a sociedade, afirmam sentir uma nítida melhora na sua saúde física e mental ao actuar como voluntários (mas sem ganhar…).
Texto e imagem daqui

quarta-feira, 28 de julho de 2010

A maior Falácia sobre o direito à Aposentação

Não costumo comentar os artigos que publico aqui, mas quando a falácia é do tamanho de um boi, a gente tem que se desviar, até para não ser atingido.
Este tema (dilema) é recorrente nas análises dos nossos doutos economistas, estejam no activo, na privada ou na pública, ou sejam apenas comentadores de economês.
Nem vou fazer grandes análises ou apresentar o contraditório ao que o “relatório” quer demonstrar, até porque tem variáveis aldrabadas (em 1950, reformados aos 65 anos?) porque vou fazer apenas uma afirmação e duas perguntas.
A afirmação: Em toda a minha vida de trabalho fiz descontos para a (minha) aposentação!
1ª Pergunta: O montante do que vou receber na minha aposentação, vem seguramente dos meus descontos!
2ª Pergunta: Se não é dos descontos que fiz para aposentação, quem é que ficou, ou usou indevidamente o meu dinheiro? Ou não estou a ver bem?
Cada vez menos trabalhadores da activa sustentam aposentados
O envelhecimento da população acentua-se nos países mais ricos e põe em risco o seu estilo de vida, ameaçando OS seus sistemas de saúde e de aposentadoria, adverte um estudo divulgado nesta quarta-feira nos Estados Unidos.
Em 1950 havia no mundo 12 pessoas que trabalhavam por cada aposentado ou idoso com mais de 65(?) anos. Em 2010, esta relação desceu para 9, segundo um estudo do Population Reference Bureau (PRB).
Dentro de 40 anos, em 2050, esta relação de profissionais activos que mantêm os de mais idade, será de 4 para 1, segundo este instituto de pesquisas sem fins lucrativos(?), especializado na análise de dados demográficos, principalmente fornecidos pelas Nações Unidas.
"Hoje assistimos a uma tendência dupla na população mundial", explicou Bill Butz, presidente do PRB.
"Por um lado, temos uma taxa de fecundidade cronicamente baixa nos países industrializados, o que começa a comprometer a saúde e a segurança financeira dos idosos", afirma.
"Por outro lado, os países em desenvolvimento agregam a cada ano mais de 80 milhões de indivíduos à população mundial. Só os mais pobres destes países somam 20 milhões a cada ano, o que aumenta a pobreza no mundo, assim como a pressão sobre o meio ambiente", acrescenta.
A população mundial chegará, em 2010, a 6,9 bilhões de pessoas, e todo o crescimento populacional repousa nos países em (sub)desenvolvimento (emergentes). Os habitantes da África, por exemplo, terão duplicado até 2050, e chegarão aos dois mil milhões (e têm reformas?).
Texto Daqui
Foto daqui

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Uma verdade básica, uma solução óbvia…

“É barato cuidar dos pobres. Difícil é cuidar dos ricos”, diz Lula
O senhor disse que pretende levar a sua experiência em políticas sociais para a África e a América Latina...
O Brasil tem acúmulo de experiências de políticas públicas bem-sucedidas e pode contribuir com a África e a América Latina. Estas políticas precisariam de ser adaptadas conforme cada realidade, respeitando a cultura local. Nunca gostei de receber receitas prontas.
O primeiro grande acerto das nossas políticas sociais está num cadastro de pessoas bem feito. Desta forma, não se joga dinheiro fora. O sucesso do Bolsa Família está no facto de o Governo Federal não saber quem são os beneficiados. As Câmaras fazem o cadastro e não nos importamos qual é o partido político do Presidente ou o perfil do Beneficiado. Por fim, a Caixa Económica Federal paga o benefício através de um cartão magnético.
Em segundo lugar, provamos ser barato cuidar dos pobres. Difícil é cuidar dos ricos. O Banco Nacional do Nordeste (BNB) emprestou R$ 1,3 bilhão para um milhão de pequenos produtores. Ou seja, R$ 1 bilhão gerou um milhão de postos de trabalho. Se fosse para uma grande empresa, geraria só 300 ou 400. Em 2002, o BNB emprestou R$ 262 milhões, com 37% de inadimplência. No ano passado, foram R$ 22 bilhões, com 3% de calote. Por quê? Porque pobre quer pagar. O facto é que dá status às empresas dever R$ 10 bilhões ao Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social. Mas pobre não gosta de dever. Até porque isso ameaça o seu próprio nome, o único património que tem. O retorno das políticas sociais é extraordinário, como mostram as acções dos Territórios da Cidadania. O Bolsa Família custa R$ 12 bilhões por ano, só 1% do Orçamento. O Luz para Todos custou outros R$ 14 bilhões. Não é gasto, é investimento.
Entrevist e foto aqui

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Novo indicador do PNUD vai medir a pobreza humana

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, PNUD e a Universidade de Oxford, na Inglaterra, divulgaram nesta quarta-feira um novo índice para medir níveis de pobreza.
Segundo afirmam, o novo indicador fornece um retrato multidimensional de pessoas que vivem com dificuldades e pode ajudar a canalizar os recursos para o desenvolvimento de forma mais eficaz.
Factores Críticos
O novo instrumento de medida, conhecido por Index Multidimensional da Pobreza, ou MPI na sigla em inglês, será usado na edição que marcará o 20º aniversário do Relatório de Desenvolvimento Humano do PNUD e substitui o Índice de Pobreza Humana, utilizado em todos os relatórios da agência desde 1997.
O MPI avalia uma série de factores críticos, ou restrições a nível familiar, da educação à saúde, passando pelo acesso a serviços que, juntos, fornecem um retrato mais completo e exacto da pobreza.
O índice revela, de acordo com o PNUD, a natureza e a extensão da pobreza, em vários níveis: familiar, regional, nacional e internacional. A abordagem multidimensional foi adoptada pelo México e está sendo considerada pelo Chile e pela Colômbia.
Segundo o novo instrumento de medida, ½ dos pobres no mundo vive na Ásia, cerca de 844 milhões, e ¼ no continente africano. O Níger é o país no mundo com maior incidência de pobreza. 93% da população da nação africana é pobre, segundo o MPI.
Texto daqui
Veja o que é o PNUD na Wikipédia
Nota – A variável salário/dia, tem vindo a ser reduzido, o que tem alterado para menos, as percentagens globais da pobreza. Alterando-se agora o indicador do PNUD, o valor das estatísticas vai voltar a “melhorar” os níveis de pobreza, mas as pessoas vão continuar a passar a mesma fome e a sofrer das mesmas carências. NÚMEROS, PESSOAS ou driblar a realidade?

domingo, 11 de julho de 2010

A Fome é causada pela má distribuição e não pela falta de alimentos

O problema não é a quantidade
Se em 2008 o número de vítimas da fome no mundo tinha sido reduzido para menos de mil milhões, já em Junho de 2009 essa marca foi ultrapassada. Este ano, o número de famintos aumentou em 150 milhões. Muitas das soluções encontradas em certos países em desenvolvimento não dão mais conta do crescimento populacional.
A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) já tinha reconhecido há 20 anos que “o problema não é tanto a falta de alimentos, mas a falta de vontade política”.
Há suficiente alimento no mundo para o sustento diário de todos os habitantes do planeta, afirma Benedikt Haerlin, da fundação Zukunftsstiftung Landwirtschaft, que apoia projectos ecológicos e sociais no sector agrícola.
“Hoje produzimos alimentos demais. Muito mais do que seria necessário para alimentar a população actual e nem estamos, ainda, perto de esgotar o potencial da alimentação directa. E, para pequenos produtores rurais, dobrar a produção custa pouco”, argumenta Haerlin, que participou da elaboração do Relatório Internacional sobre Ciência e Tecnologia Agrícolas para o Desenvolvimento (IAASTD, na sigla em inglês) de 2008.
 “Se temos mil milhões de pessoas que passam fome por não ter dinheiro para comprar comida e outros mil milhões de clinicamente obesos, alguma coisa está obviamente errada”, alerta Janice Jiggings, do Instituto Internacional para Meio Ambiente e Desenvolvimento em Londres.
Hoje já existe mais comida que o necessário, garante o Director-Executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Achim Steiner, “E sem cultivar um quilómetro quadrado que seja a mais, seria possível alimentar toda a população do planeta”.
“Ao mesmo tempo em que temos uma crise de alimentos, jogamos fora 30% a 40% dos alimentos produzidos. Ao contrário de nos perguntarmos onde podemos encontrar mais terra para cultivar, ou se será preciso plantar na Lua, deveríamos olhar para o nosso quintal. Temos que encontrar estímulos financeiros para evitar que se jogue comida fora”, conclui.
Texto completo aqui
Foto daqui

População Mundial - Dados de 2010 sobre o mundo em diversos temas


Crianças: Morte por Má Nutrição - 3.145.653

Crianças: Morte por Malária - 524.276

Abortos Realizados - 3.003.059

Nascimentos de Mãe Adolescente - 3.669.948

Crimes Cometidos - 2.693.744

Armamento: Receitas (milhares de €) - 308.276.345

Lixo Produzido (Kgs) - 1.148.173.262.291

Emissão CO2 (T) - 10.485.611.661

Pesca Descarregada (T) - 41.942.484

Calorias Consumidas (10^6) - 2.909.762.478

Cirurgias Plásticas - 249.033

Morte por Consumo Tabaco - 1.478.476

Cigarros Produzidos - 2.621.414.751.394

Livros Lançados - 445.640

Cinema – Espectadores - 5.955.864.303

População – Nascimentos - 60.607.273

Alimentação produzida (T) - 1.184.883

Perda de Floresta (ha) - 5.242.852

Relâmpagos - 1.468.000.102

Descolagens Avião - 11.010.008

PIB Mundial (milhares de €) - 26.738.616.229

Tráfico Humano - 419.429

Produção Cocaína Pura (Kgs) - 524.287

Água Consumida (milhões litros) - 1.962.935.193

Morte por SIDA - 1.520.436

Novos Infectados SIDA - 1.569.196

Jornais Impressos - 243.270.389

Computadores Vendidos - 243.270.389

Viaturas Fabricadas - 16.777.297

Bicicletas Fabricadas - 51.065.965

Fonte: Portugal em números