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sexta-feira, 25 de junho de 2010

Um projecto de Rotary, exemplar, que vem do Brasil

Tendo em conta que, no Rotary em Portugal, muitos dos clubes têm bancos de cadeiras de rodas e camas articuladas para serem cedidas temporariamente aos membros das respectivas comunidades e porque nem sempre a manutenção desse equipamento é fácil, aqui está um bom exemplo de parcerias, método que Rotary pratica amiúde, que pode ser seguido, quer pelos clubes, quer pelos parceiros/empresas com responsabilidade social.
A Adefu e o Rotary Clube Uberaba Norte abrem fábrica e oficina de cadeiras de rodas
A Associação dos Deficientes Físicos de Uberaba (Adefu) inaugurou uma fábrica e oficina para arranjo de cadeiras de rodas e acessórios.
Uma parceria do Rotary Clube Uberaba Norte e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) proporcionou a sala, que conta com máquina de torno e solda e vai auxiliar o conserto dos equipamentos danificados e a produção de novos.
O Presidente do Rotary Club, disse que uma turma de deficientes passou por acções de formação para desenvolver as cadeiras e acessórios desportivos. “É gratificante ver que estão a trabalhar e a construir projectos novos para a sua própria utilização”, observou.
Para o presidente da Adefu, a acção é de suma importância, pois o número de deficientes que precisam de cadeiras na cidade é muito grande. “Temos um banco de empréstimos com 300 cadeiras em uso. Quando as pessoas devolvem o material, vem com estragos ou defeitos e a oficina vai possibilitar esses consertos e o fabrico de mais cadeiras para atender aos pedidos”, concluiu. Revelou ainda a intenção de produzir uma cadeira para tetraplégicos obesos, em escala, já que o mercado não oferece esse produto.
Texto original daqui
Foto daqui

sexta-feira, 18 de junho de 2010

"A Maldade Evitável”


Apresentamos a campanha "A Maldade Evitável", cujo principal objectivo é a caducidade ou a desactivação automática das minas dirigidas às pessoas e das sub-bombas das bombas de fragmentação.
Ainda que todos saibamos das terríveis consequências que estes artefactos produzem, permitimo-nos recordar em quatro linhas a situação actual:
·        Estimam-se em centenas de milhões as minas anti-pessoais dispersas no mundo, encontrando-se maioritariamente em territórios onde ocorreram guerras e que mesmo após o término dos conflitos, continuam a causar milhares e milhares de vítimas inocentes, sobretudo crianças. Estima-se que 80% das vítimas de minas anti-pessoais ocorram em tempos de Paz, já que podem ficar activas por mais de 50 anos, á espera que alguém a pise.
·        O objectivo desta campanha é levar a que os Países não quiseram assinar o Tratado de OTTAWA de 1997, ou o Acordo contra as bombas de fragmentação de 2008, a não utilizar estas armas sem que as mesmas estejam providas de um mecanismo de auto-desactivação, que evite, as mortes e as mutilações, com a consequente utilização de próteses, terrenos de cultivo minados, migrações e muitos outros desastres e pormo-nos a favor da sua erradicação total, pelas consequências que são muitas e gravíssimas.
·        O Tratado de OTTAWA propõe a erradicação total das minas anti-pessoais em todo o mundo, porém, é importante saber que, decorridos 12 anos da assinatura deste tratado, existem ainda 40 países que não quiseram subscrever os termos do Tratado, tendo os EUA dado o exemplo, ao comprometerem-se a não espalhar mais nenhuma mina anti-pessoal de efeitos permanentes a partir de 2010.
O mesmo ocorre com as bombas de fragmentação, só que são muitos mais os países que não assinaram nenhum acordo para a sua proibição.
Esta campanha foi iniciada pelo Rotary Club de Berguedá, pequena povoação catalã chamada Berga, da província de Barcelona, do actual Distrito 2202.
A actual Comissão Internacional "A MALDADE EVITÁVEL" é constituída pelo:
Rotary Club Bergueda
Rotary Club Manresa-Bages,
Rotary Club Font Romeo Cerdanya-Capcir,
Rotary Club Andorra e
Rotary Club de Caminha, com a colaboração de muitos outros Rotary Clubs.
O COMITÉ INTERNACIONAL "A MALDADE EVITÁVEL" pede a sua ADESÃO A ESTA CAMPANHA
Queremos fazer chegar a Rotary Internacional as adesões de todos os Clubes Rotários, Rotários, de Entidades de todo o tipo e de todas as pessoas que queiram aderir, com o propósito de que Rotary International valorize e faça sua esta campanha, como uma das suas prioridades de acção humanitária a nível mundial.
Que verdadeiros milagres humanitários se conseguiriam com esta campanha?
·        Todas as minas e sub-bombas ficariam desactivadas depois dos conflitos.
·        Evitar-se-ia o imenso número de vítimas, todas inocentes e na sua maioria crianças.
·        Salvar-se-iam inúmeras vidas humanas! Os gastos em assistência sanitária, integração social, fabrico e colocação de próteses, etc.
·        As populações dos territórios minados, poderiam rapidamente refazer as suas vidas, no seu habitat natural, sem ter de migrar.
·        Economizar-se-iam entre US$500.000 a US$1.000.000, por cada km2 de território desminado.
·        Evitar-se-iam casos como os de Moçambique ou Honduras, onde campos de minas perfeitamente sinalizados e localizados fossem arrastados pelas fortes inundações e consequentes correntes que as espalharam, provocando novas mortes e mutilações.
·        Permitiria às organizações de ajuda às vítimas dos países afectados pelas minas, pouparem os custos de limpeza de novos territórios minados.
Texto completo aqui

quinta-feira, 17 de junho de 2010

E o tal Voluntariado Empresarial? Vocação ou Obrigação?

Existe um movimento que vem ganhando força no ambiente corporativo, ou ainda, nas empresas que compõe o segundo sector. Antes de entrar no prato principal, vamos à cozinha. Em termos práticos, existe uma classificação que aponta o primeiro sector como sendo o governo (com todas as organizações públicas sem finalidade lucrativa), o segundo como aquele formado pelas empresas privadas com finalidade lucrativa e o terceiro como o movimento organizado da sociedade civil, notadamente por meio das organizações sociais privadas sem fins lucrativos, popularmente conhecidas como ONGs.
Observando a dinâmica destes atores sociais, é possível observar que nas últimas duas décadas algumas práticas começaram a se tornar mais presentes, principiando raízes que começam a se aprofundar no terreno social brasileiro.
As ONGs conquistaram mais espaço, ganharam visibilidade junto à media, tornando muitas delas conhecidas e seus líderes quase celebridades. Junto à exposição veio o perigoso título de “exemplo” a ser seguido pelo governo e um local de manifestação dos cidadãos, por meio do engajamento em causas das mais variadas naturezas. O título pode ser considerado perigoso porque existem, como nos outros dois sectores, inúmeros casos de “pilantropia”, o que torna necessária uma observação além da sedutora postura de “bom-mocismo”.
A relação das ONGs com o governo também se acentuou, com muitas parcerias nas áreas de assistência social, educação e saúde. Em alguns momentos, ontem e hoje, inclusive, existem muitas opiniões versadas sobre estas parcerias, as quais condenam a possível substituição de papéis, algo que amiúde realmente acontece. Deve ficar claro, urgentemente, que o papel de uma ONG não é substituir as obrigações legais do Estado, seja na esfera do poder local, ou central. Trata-se de uma possível sinergia, principalmente tendo a ONG – para recordar, a manifestação da sociedade civil organizada – o papel de fiscalizar e propor alternativas aos governos. Substituir pode ser a saída no curtíssimo prazo, atendendo demandas latentes. Persistir na substituição pura – o que é diferente de parcerias lúcidas – não resultará no desejado respeito às previsões constitucionais.
Texto daqui
Imagem daqui

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Projecto dos cônjuges - resultado das rifas

Ontem ao fim da tarde, foi realizado o sorteio referente ao Projecto dos cônjuges, 2009 - 2010.
Nós não tivemos sorte, mas demos sorte a alguém, que vai beneficiar dessas doações:  IPO do Porto, ACIAJF – Associação Católica Internacional ao Serviço da Juventude Feminina e Rotary Foundation - End Pólio Now.
...e os números premiados foram:
1º Prémio: 04 984 - Quinzena de Julho em La Manga del Mar Menor
2º Prémio: 13 959 - 1 NetbooK
3º Prémio: 17 500 - Toalha em linho.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Notícia(s) do(s) dia(s)…

Pobreza na Costa de Caparica
O Instituto de Estatísticas diz que um quinto dos Portugueses vive com menos de 360 euros por mês. Na Costa de Caparica, por exemplo, duplicaram os pedidos de ajuda à paróquia. Os pedidos vieram de idosos, de imigrantes e também de muitas famílias atingidas pelo desemprego.
Da “RTP”, em 6 de Junho de 2010

Falta de comida já afecta 95 mil crianças por dia

São 285 mil as pessoas que recebem ajuda do Banco Alimentar contra a Fome, em Portugal. Destas, 33% são crianças. Com o aumento do desemprego e do número de famílias desestruturadas, há mais filhos a depender deste apoio para se alimentarem.
Por Carla Soares, no “JN” de 7 de Junho de 2010-06-07
Fome é causa de morte no Mundo a cada seis segundos
Os números são do Programa Alimentar Mundial, que alerta para o facto de a fome e a subnutrição serem o factor "número um" de risco para a saúde. Aliás, a fome "mata, em cada ano, mais pessoas do que a sida, a malária e a tuberculose juntas". E, dos cerca de mil milhões de pessoas que passam fome todos os dias, a maioria são mulheres e crianças.
Por C. S., no “JN” de 7 de Junho de 2010-06-07
Imagem daqui

domingo, 6 de junho de 2010

Voluntário = Solidário(?)

De acordo com as Nações Unidas, “Voluntário é o jovem, adulto ou idoso que, devido a seu interesse pessoal e seu espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração, a diversas formas de actividades de bem-estar social ou outros campos”.
De acordo com a realidade, “Você sabia que o voluntariado além de ser uma atitude de responsabilidade social e cidadania pode dar uma força na hora das entrevistas de emprego e contabilizar como aquelas horas que precisamos no final do curso?”.
A força do voluntariado no mercado de trabalho
Experiência profissional, formação académica e cursos profissionalizantes são algumas das principais exigências num processo selectivo. No entanto, existem outras qualificações que também incrementam e ganham destaque no currículo dos profissionais, como o trabalho voluntário. Não é de hoje que as empresas valorizam os candidatos que possuem acções sociais no seu histórico, pois além dos méritos do trabalho em si, as pessoas que se interessam por tais actividades normalmente apresentam algumas qualidades, como a facilidade de relacionamento.
Além do desenvolvimento profissional e pessoal que os trabalhos voltados ao terceiro sector oferecem, as empresas também se preocupam com o conceito de sustentabilidade. As grandes corporações, principalmente, querem ser avaliadas de forma positiva do ponto de vista sócioambiental e, portanto, valorizam cada vez mais os seus colaboradores que estejam envolvidos nesse tipo de actividade.
Para Maria Lucia Meirelles Reis, Directora do Instituto Faça Parte, o voluntariado é muito procurado pelos jovens, e muitas vezes é o primeiro compromisso que eles assumem em questão de trabalho. “Para grande parte das pessoas que buscam essas acções, este é o primeiro contacto com a carreira profissional, e é uma oportunidade do jovem aprender a conviver num ambiente de trabalho, conhecendo regras, hierarquias e, principalmente, suas potencialidades”, destaca. “O trabalho voluntário, onde sempre se pode escolher com quem e onde actuar, pode ser uma maneira de criação de network com a sua área de interesse, aquisição de experiências e formação de currículo”.
A proactividade e preocupação com o todo são outras características marcantes nos voluntários. Avaliar problemas e enxergar maneiras de colaborar, pensando apenas em amenizar uma situação, sem esperar ser remunerado, são tão importantes nas acções sociais, quanto nas organizações. Todo o gestor busca profissionais que consigam trabalhar pensando além do que lhes é delegado, apresentando novas ideias e colaborando com a empresa na solução de problemas.
Graça Bernardes, professora de marketing sustentável da Business School São Paulo, também acredita que esses trabalhos auxiliam as pessoas a desenvolver melhor as suas actividades, além de manter um relacionamento passivo e agradável nos locais onde actuam. “Com esses trabalhos sociais, o profissional adquire uma visão diferente e aprende a lidar com novas situações. Torna-se um colaborador que traz sugestões e contribui muito mais com a empresa, principalmente no ouvir e no relacionamento com os colegas de trabalho”, enfatiza. Para ela, também há um aumento expressivo na satisfação pessoal, que melhora o desempenho e a felicidade do profissional ao chegar no trabalho.
Empresas que valorizam, também são valorizadas
As empresas que adoptam este tipo de contratação, e que investem em profissionais preocupados com a sociedade e o mundo onde vivem, também são valorizadas no mercado. Além disso, grande parte das organizações já se preocupam em desenvolver projectos sociais e firmar parcerias com ONGs e instituições, uma vez que o mercado está cada vez mais focado nas questões sustentáveis e destaca as organizações que apresentam interesse e empenho nessa questão.  
“As acções sociais não devem acontecer apenas em torno da empresa ou fora dela, elas devem começar dentro do ambiente corporativo”, explica Lucila Maia, coordenadora da Associação Cultural Constelação, organização sem fins lucrativos. “Valorizar os funcionários, criar programas de desenvolvimento e incentivar parceiros a desenvolver acções sociais são atitudes admiradas no mercado. E hoje já existem certificados internacionais que valorizam isso”.
Trabalho social para incluir no currículo
Com tamanha repercussão que o tema assumiu nos últimos tempos, é possível que muitas pessoas busquem os trabalhos voluntários apenas para acrescentar um diferencial no currículo ou impressionar o seleccionador. Não há como avaliar se o resultado das acções com essas pessoas é positivo ou negativo, no entanto, após iniciar o trabalho, é importante que cada um avalie se realmente está acrescentando algum valor. Caso contrário, não é indicado que utilize essa experiência como uma “informação adicional” no momento da entrevista.
“Eu acho que em algumas situações é válido”, afirma Graça. “Mesmo que algumas pessoas estejam apenas com o objectivo de acrescentar esse trabalho no seu currículo, na hora em que estão dentro de uma organização e precisam contribuir, de certa forma acabam se envolvendo. Então pode ser até que com isso ela goste e continue, além de perceber que não é apenas o lado profissional que conta, mas principalmente o desenvolvimento pessoal”.
Lucila acredita que, acima de qualquer coisa, o trabalho voluntário é um compromisso e deve ser encarado com seriedade para tornar efectivo o seu propósito. Sendo assim, não importa o que será feito ou qual o principal objectivo de quem procura desenvolver acções sociais; o que realmente deve ser levado em consideração é a sua relevância e o quanto cada pessoa se pode doar em prol dessas mudanças, que são extremamente positivas para quem ajuda e principalmente para quem está sendo ajudado.
Maiara Tortorette
Imagem daqui

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Notícia(s) do(s) dia(s)…

Figueiró dos Vinhos lança programa de luta contra pobreza
A Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos lança um projecto para combater a pobreza no concelho, que possa ajudar as pessoas desempregadas a procurar emprego e a sensibilizar a população para a exclusão social.
“Figueiró Solidário” é um programa que permite a realização de acções de sensibilização para a comunidade e outras actividades pontuais para as pessoas em situação de pobreza, disse o Presidente da autarquia, Rui Silva. O autarca justificou a iniciativa, que ocorre no Ano Europeu de Combate à Pobreza e à Exclusão Social, para que “as famílias tenham uma janela de oportunidade” …

sábado, 29 de maio de 2010

End Polio Now

Como demonstração de apoio à campanha do Rotary para “End Polio Now”, convidámo-lo a assinar a bola virtual “Kick Polio Out of Africa” e enviá-la a um amigo! clique http://www.kickpoliooutofafrica.org/

sexta-feira, 28 de maio de 2010

A EXCLUSÃO SOCIAL HOJE, por Rogério Roque Amaro

1. As dimensões da exclusão social
Não se tem a pretensão de desenvolver aqui uma teoria de exclusão social, daí que não se proponha uma discussão substantiva dos conceitos, antes se parta de alguns pressupostos e proposições que, não sendo pacíficos, correspondem, pelo menos, a posições conhecidas e com fundamento científico discutido (1).
Nesse sentido, considera-se aqui a exclusão social, essencialmente como
Uma situação de falta de acesso às oportunidades oferecidas pela sociedade aos seus membros
Desse modo, a exclusão social pode implicar privação, falta de recursos ou, de uma forma mais abrangente, ausência de cidadania, se, por esta, se entender a participação plena na sociedade, aos diferentes níveis em que esta se organiza e se exprime: ambiental, cultural, económico, político e social.
Daí que a exclusão social seja necessariamente multidimensional e se exprima naqueles diferentes níveis (ambiental, cultural, económico, político e social), não raramente sendo cumulativa, ou seja, compreendendo vários deles ou mesmo todos.
De outra forma, pode-se dizer que a exclusão social se exprime em 6 dimensões principais do quotidiano real dos indivíduos, ao nível (2):
·        do SER, ou seja da personalidade, da dignidade e da auto-estima e do auto-reconhecimento individual;
·        do ESTAR, ou seja das redes de pertença social, desde a família, às redes de vizinhança, aos grupos de convívio e de interacção social e à sociedade mais geral;
·        do FAZER, ou seja das tarefas realizadas e socialmente reconhecidas, quer sob a forma de emprego remunerado (uma vez que a forma dominante de reconhecimento social assenta na possibilidade de se auferir um rendimento traduzível em poder de compra e em estatuto de consumidor), quer sob a forma de trabalho voluntário não remunerado;
·        do CRIAR, ou seja da capacidade de empreender, de assumir iniciativas, de definir e concretizar projectos, de inventar e criar acções, quaisquer que elas sejam;
·        do SABER, ou seja do acesso à informação (escolar ou não; formal ou informal), necessária à tomada fundamentada de decisões, e da capacidade crítica face à sociedade e ao ambiente envolvente;
·        do TER, ou seja do rendimento, do poder de compra, do acesso a níveis de consumo médios da sociedade, da capacidade aquisitiva (incluindo a capacidade de estabelecer prioridades de aquisição e consumo).
A exclusão social é, portanto, segundo esta leitura, uma situação de não realização de algumas ou de todas estas dimensões.
É o “não ser”, o “não estar”, o “não fazer”, o “não criar”, o “não saber” e/ou o “não ter”.
Esta formulação permite ainda estabelecer a relação entre a exclusão social, entendida desta forma abrangente, e a pobreza, que é basicamente a privação de recursos (exprimindo-se nomeadamente ao nível da exclusão social do fazer, do criar, do saber e/ou do ter), ou seja uma das dimensões daquela.
2. Os factores da exclusão social

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Uma resposta/exemplo que vem de Mafra

A Câmara Municipal de Mafra, inaugurou a “Loja Social” do Concelho, identificada pelo nome EnFrente, destacando o papel do Rotary Club de Mafra
Disse o Presidente que essa inauguração que não lhe dava alegria, por revelar a existência de pessoas sem resposta às mais elementares necessidades, mas, sentia satisfação por contribuir desta forma para mitigar essas dificuldades, destacando a atitude do Rotary Club de Mafra, que o procurou propondo a implementação desse projecto social e se disponibilizou para dar todo o apoio, seja na captação e canalização de doações, seja na contribuição com voluntários para se desenvolver todo o serviço necessário.
Uma resposta em parceria, para os mais responsáveis gerirem…
Um exemplo em parceria, para fazer frente às vicissitudes que outros geraram…
Parabéns ao Presidente 2009/10 do Rotary Club de Mafra, César Anselmo de Castro, e a todos os sócios.
Notícia e imagens daqui

quarta-feira, 5 de maio de 2010

O jantar solidário do Rotaract


O Zé
Hugo Sousa
Hugo Sousa e o Zé

O Rotaract Club da Póvoa de Varzim organizou, no passado dia 1 de Maio às 20h30, na Estalagem Sto. André, um jantar de angariação de fundos para a aquisição de uma cadeira de rodas especial para um incapacitado de Aguçadoura.
Este jantar contou com uma série de atractivos, nomeadamente, música ambiente, leilões de bolas de futebol e camisolas autografadas, o sorteio de uma noite na Estalagem e um show de. stand up commedy, com Hugo Sousa, que actuou graciosamente, por solidariedade.
Nas palavras de Liliana Pontes, Presidente do Rotaract Club da Póvoa de Varzim: "O jantar foi um autêntico sucesso que envolveu todo o concelho da Póvoa de Varzim. A angariação de fundos irá continuar. Estão já previstas mais actividades, nomeadamente a recolha de tampinhas e o lançamento de rifas."
O Rotaract Club da Póvoa de Varzim continua empenhado em manter a dinâmica que tem conseguido durante este ano rotário, dinâmica essa que tem originado um crescendo de visibilidade no Distrito 1970. Em consequência, o Rotaract Club da Póvoa de Varzim foi convidado oficialmente e aceitou, ser o organizador do próximo Congresso Nacional do Rotaract, a realizar-se no próximo mês de Novembro, na Póvoa de Varzim, esperando-se por isso as parcerias necessárias com as entidades com disponibilidade.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

...do CONCERTO

Havia um Concerto com Canto e Piano, mas às 16H30, soubemos que o Raul Peixoto Costa, por doença súbita, estava impedido de actuar... A Raquel não se desconsertou e foi o bastante para não se pensar em cancelar o espectáculo. Fizeram-se contactos para vários acompanhadores, que garantissem dar suporte à voz, mas uns não estavam, outros não aceitavam, até que surgiu um, que disse que ia tentar, se lhe mandassem as partituras, para ver se as conhecia e se conseguiria em tão pouco tempo, sustentar o evento. Pediu-se que viesse logo que recebesse as partituras e assim fez, o Sérgio Gama, de Vila nova de Gaia, que chegou à Pórvoa por volta das 18 horas.
Sem nunca ter tocado as músicas que a Raquel ia cantar, sentou-se ao piano e lá foi, à primeira, acompanhando e dando provas de ser capaz de levar a sua água ao nosso moinho... E levou, aceitando ir até ao fim do espectáculo, ficando os dois artistas a ensaiar mais umas duas horas.
Alterou-se o Programa na hora eliminando os solos do Raul, encaixando um Momento de Poesia com o consagrado Dr. Aurelino Costa (pai do Raul), acompanhado pela violetista (surgida das circunstâncias) Susana Magalhães e pronto.
Dos imprevistos e improvisos, nasceu uma sessão de hora e meia, em que a magia da arte, mais a solidariedade, a que se acrescentou o profissionalismo dos artistas e o desenrasca português, deu por bem empregue, o tempo e o donativo com que cada um entendeu comparticipar.
O primeiro Ensaio
A actuação do acompanhador
A figura, a performance e a voz encantadora da Raquel Camarinha
A poesia pelo Dr. Aurelino Costa, com o eco da música de Susana Magalhães

Contas feitas, correu tudo bem, porque tudo acabou bem e porque tinha que correr e porque tinha que ser bem.
Obrigado à Raquel Camarinha, ao Sérgio Gama, ao Aurelino Costa, à Susana Magalhães e ao Companheiro João Paulo Costa e Silva, que nos presenteou com um Power Point sobre o Rotary e o nosso clube.
Foi a primeira iniciativa do género que o R. C. da Póvoa de Varzim organizou e ficou provado que se deverá repetir, em cada ano, até ser tradição.
A abertura do espectáculo.

sábado, 24 de abril de 2010

24 de Abril - Auditório Municipal - 21H30

PROGRAMA
Parte I
G. Donizetti
Quel guardo il cavaliere… So anch’io la virtù mágica (Don Pasquale)
G. Menotti
Steal me, sweet thief (The Old Maid And The Thief)
F. Chopin
Nocturno nº 3
2 Estudos, op. 10
M. Ravel
Cinq Mélodies Populaires Grecques
1.       Chanson de la mariée
2.       Là-bas vers l’église
3.       Quel galant m’est comparable
4.       Chanson des cueilleuses de lentisques
5.       Tout gai !
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Exibição de pequeno vídeo sobre Rotary
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Parte II
F. Chopin
Berceuse
6 Prelúdios
K. Weill
Surabaya, Johnny (Happy End)
Youkali
I’m a stranger here myself (One Touch of Venus)

Apoie o IPO do Porto e a ACIAJF – Associação Católica Internacional ao Serviço da Juventude Feminina


terça-feira, 20 de abril de 2010

“Apoia esta Causa” - Rotary


Caros Companheiros e Amigos
O Rotary Club da Póvoa de Varzim decidiu abraçar um dos projectos do seu Rotaract Club, “Apoia esta Causa”, para angariar fundos para a aquisição de uma Cadeira de Rodas eléctrica para o Zé, um jovem do concelho, com deficiência física.
Da nossa parte, organizamos um CONCERTO de música clássica, de Canto e Piano, a acontecer no próximo dia 24 de Abril, no Auditório Municipal da Póvoa de Varzim, pelas 21H30, com dois talentos musicais em ascensão, o pianista Raul Peixoto Costa e a cantora lírica Raquel Camarinha, espectáculo a que tão cedo não teremos a oportunidade de assistir, dada a agenda cada vez mais preenchida dos mesmos.
E como ainda por cima vêm actuar graciosa e solidariamente, seria indelicadeza a nossa ausência, pelo que apelamos, não só à presença e à divulgação do concerto, mas também ao ajuntamento de amigos (venham mais 5…).
A entrada é grátis, mas entregaremos um envelope vazio à entrada e recolheremos no final os mesmos envelopes com o que cada um entender “justo” depositar em notas…
CONTAMOS, MESMO, COM TODOS!!!