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terça-feira, 27 de julho de 2010

Voluntários de Rotary

O programa Voluntários de Rotary é a personificação do lema “Dar de Si Antes de Pensar em Si”. Os rotários são voluntários, sempre que dedicam tempo e energia ao atendimento das necessidades dos mais carentes.
O programa incentiva a participação activa dos rotários em projectos onde as suas aptidões profissionais sejam relevantes e oferece-lhes a oportunidade de servir naqueles projectos locais e internacionais que precisam de assistência.
O programa, enquadrado na Avenida dos Serviços Profissionais, é implementado a três níveis diferentes:
1.    No Clube, os rotários realizam projectos de prestação de serviços e comprometem-se com o atendimento às necessidades das suas comunidades.
2.    No Distrito, os rotários participam em projectos de Clubes e do Distrito que precisam da assistência de muitas pessoas.
No Mundo, os rotários unem forças internacionalmente em prol de projectos de prestação de serviços.
Os voluntários rotários são a chave para o sucesso dos projectos rotários.
Veja a seguir alguns, dos muitos, exemplos da influência positiva dos voluntários.
·        Dentistas e médicos do mundo inteiro serviram em programas de assistência médica e odontológica patrocinados pelo Rotary, em Bangladesh, Brasil, Costa Rica, Guatemala, Índia, Jamaica, Quénia e Tailândia.
·        Voluntários franceses trataram pacientes com lepra em Madagáscar.
·        Um Professor e Director de teatro dos EUA ajudou na implementação de programa de psicologia em centro de assistência psicológica na Croácia.
·        Um Bibliotecário tailandês viajou ao Egipto para trabalhar em projecto de recriação da famosa biblioteca de Alexandria.
·        Um Fazendeiro canadiano ofereceu orientação a avicultores do Gana.
·        Um dentista brasileiro viajou várias vezes ao México para tratar órfãos e pessoas carentes.
·        Uma equipa de rotários da Índia viajou à região oeste do país para ajudar vítimas de terramoto…
Subsídios para Serviços Voluntários
Os Subsídios para Serviços Voluntários ajudam a cobrir as viagens dos voluntários rotários e seus cônjuges que pretendam planear e/ou implementar um projecto de prestação de serviços numa comunidade. A elegibilidade é determinada com base nos seguintes factores:
1.    A necessidade comunitária deve ser bem definida;
2.    A necessidade pode ser atendida pelas competências do rotário ou da equipe e
3.    Tais competências não estão disponíveis nessa comunidade.
O valor único do subsídio é US$3.000 para um indivíduo ou US$6.000 para a equipa, de até 5 integrantes. O local do projecto pode ser beneficiado de apenas um destes subsídios, e cada voluntário pode ser agraciado com este tipo de subsídio, no máximo, duas vezes por ano rotário.
Entre os itens que podem ser incluídos no orçamento constam a passagem aérea em classe económica (comprada ou aprovada pelo RITS), diária para despesas mínimas e despesas afins. Fundos remanescentes podem ser utilizados para cobrir custos relacionados com o projecto.
Imagem daqui
Para quem quiser saber mais, tem disponíveis os seguintes recursos, disponíveis no site do RI:

domingo, 25 de julho de 2010

Associação Protectora dos Pobres - APP

Dos cerca de 230 utentes assíduos da Associação Protectora dos Pobres (APP), passam por esta instituição, em média, 170 pessoas por dia, às quais são facultados diferentes serviços.
Tal como explicou a Directora Luísa Pessanha, enquanto antes apenas vinham ao almoço ou ao lanche, «agora já procuram pequeno-almoço, almoço, lanche, jantar e banho».
Entre as mulheres, a maioria surge da parte de idosas, maioritariamente viúvas, com reformas ou pensões muito baixas.
Entre os homens, a procura maior vem da faixa etária entre os 35 e os 45 anos, grande parte relacionados com o alcoolismo, o desemprego e, nalguns casos, com a toxicodependência.
A procura pela APP tem aumentado e, futuramente, acredita que a questão poderá ser preocupante, devido à nova legislação que entra em vigor em Agosto, que contém alterações mais rígidas ao nível da atribuição dos apoios sociais existentes.
Notícia daqui
Imagem daqui

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Em Mirandela o Rotary Club já pedala

População pedalou para ajudar instituição de solidariedade
Este foi um encontro que tinha como objectivo, a angariação de fundos para ajudar uma Instituição de solidariedade de Mirandela.
O Presidente do Rotary Clube de Mirandela, Paulo Pinto, referiu que “Para além da causa, que é a ajuda de crianças desfavorecidas, o facto de termos tantos participantes de diferentes proveniências e que deram este número significativo, sensibiliza-nos imenso”.
A I Pedala pela Solidariedade tinha como principais objectivos, apelar à prática de uma vida activa, recorrendo à utilização da bicicleta e proporcionar o companheirismo e a solidariedade.
No final da I Pedalada pela Solidariedade, o Presidente concluiu que os objectivos “foram alcançados”, acrescentado que “os nossos patrocinadores têm que se sentir honrados” e o facto de as pessoas estarem solidárias em relação a esta causa “dá-nos força para continuar” disse.
Texto e foto daqui

quinta-feira, 15 de julho de 2010

VOLUNTARIADO EMPRESARIAL, também se pratica...


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Daqui

O lema 2010/11 de Rotary inspirou pizza

Chega-nos do Brasil esta ideia original, de marketing, de empreendorismo, de solidariedade, consciência social e de prática rotária. É gira, não é aproveitadora, esperemos que saiba bem a quem a prove e melhor ainda a quem dela beneficiar.
São 2 opções deliciosas, desenvolvidas especialmente para divulgar o Rotary:

Fortalecer Comunidades e Unir Continentes
Por cada pizza vendida, a Kokimbos destinará R$5,00 para a Rotary Foundation.
Fred, sócio da Kokimbos, é um novo rotário do RC de Santos (Distrito 4420) e aceitou prontamente colocar em prática a ideia de envolver o Rotary no seu negócio.
A Kokimbos também é uma Empresa Cidadã, contribuindo mensalmente para Rotary Foundation, através da ABTRF.
Texto e fotos daqui

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Para se tentar entender(?) a nossa missão. II

“O Progresso na Economia não está em aumentar a Riqueza, mas em diminuir a Pobreza”
E a Economia - enquanto ciência social que também estudo o comportamento do homem moderno – pode ser o começo dessa mudança. Em especial no que toca ao uso do cabedal teórico da economia, uma situação específica precisa ser definida, uma vez que um falso argumento, desde as obras que marcam o início dessa disciplina, insiste em permanecer e se afirmar como válida: “não é aumentando a riqueza daqueles que já auferem elevados ganhos que se conseguirá diminuir a pobreza, a miséria e a fome daqueles que tanto carecem de ajuda”.
Imagem daqui

Notícia(s) do(s) dia(s)…

Já não é notícia, mas…
Loja oferece roupas a "pobres envergonhados"

A loja “É Dado” foi criada em Junho de 2009, precisamente para responder ao contexto de crise, disponibilizando roupas em bom estado a pessoas que se viram inesperadamente em dificuldades.
Num ano, a loja de roupas doadas da Cáritas de Lisboa já apoiou mais de 500 famílias, num total de mais de 1500 pessoas.
Os principais clientes deixaram de ser pessoas em situação de carência extrema e passaram a ser os de uma nova realidade, a pobreza “envergonhada”, antiga classe média.
Notícia completa aqui
Imagem via mail

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Voluntariado: acção social que dá emprego

Empresas valorizam candidatos voluntários
A experiência vivida em trabalhos beneficentes pode ser o que falta no currículo para quem busca uma chance no mercado.
Actividades voluntárias desenvolvem senso de justiça, responsabilidade, cidadania, ética e respeito às diferenças. A afirmação é da psicóloga Elen Gongora Moreira, coordenadora do Núcleo de Relações Profissionais (NURP) do Instituto Filadélfia (UNIFIL).
Para ela, as actividades voluntárias são importantes na formação geral do indivíduo e por isso têm sido bastante procuradas pelas empresas. ”Quando uma pessoa desenvolve actividades do terceiro sector, ela aprende a lidar com as diferenças, a aceitar a diversidade cultural, formas de pensar, sentir e agir. As situações impostas pedem que o voluntário ajude alguém que está numa condição diferente da sua, seja emocional, económica e até mesmo social”, explica.
E a questão da empregabilidade acaba acontecendo de forma natural para o candidato que se doou. ”Quando você presta um serviço voluntário, você passa por todo um processo de adaptação à empresa e ao trabalho em si. Quando precisa contratar alguém, a empresa acaba beneficiando quem já tenha passado por esse processo”.
Texto completo aqui
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Voluntariado no Estrangeiro
Recebi um e-mail da CI - Central de Intercâmbio divulgando pacotes para trabalho voluntário no estrangeiro. A ideia até é interessante, à primeira vista, mas, olhando mais de perto, pareceu-me mais um artifício para os filhos da classe média viajarem com preços baixos.
Em primeiro lugar, porque no Brasil, especialmente nas regiões norte e nordeste, há milhares de oportunidades de fazer um trabalho voluntário nos mesmos moldes, se a intenção for realmente ajudar. Não é preciso sair da cidade para encontrar pessoas a viver em condições africanas, digamos assim, mas, nada impede que se vá ver ainda mais miséria a uns poucos quilómetros da capital. A diferença é que você paga no máximo um tanque de gasolina e não US$1.000,00, que é a média dos programas (para ajudar os africanos, sai por quase US$2.000,00). Apesar disso, ainda  é uma viagem internacional barata, comparando com os preços do turismo regular.
Não sei se vou conseguir fazer-me entender, mas, da forma como o programa é oferecido, absolutamente consumista e mercadológico, acaba por ser uma contradição com a proposta de crescimento pessoal e ajuda ao próximo. Algo como "pague (em dólares) para ser uma pessoa melhor".
Texto completo aqui
Imagem da net

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Rotary funciona! Shelterbox nas enchentes do Brasil

Já começaram a ser instaladas, nesta segunda-feira (5), as primeiras Shelterbox, que vão servir como casa para os desabrigados das chuvas no interior do Estado. Cerca de 1.000 pessoas vão ser beneficiadas imediatamente em Barreiros.
As Shelterbox vieram da Inglaterra, doadas pelo movimento de acção humanitária, o  Rotary Internacional. Cada caixa tem um kit completo de sobrevivência para ser usado em casos de tragédias, com utensílios domésticos, como talheres e fogareiro e uma tenda que ocupa uma área de 25 metros quadrados e pode abrigar até 10 pessoas.
As tendas vão permitir que fiquem, de novo, debaixo do mesmo tecto famílias que tiveram as casas destruídas durante as enchentes. O material é resistente e pode servir de moradia, até três anos. As primeiras 200 unidades, que podem alojar até 2.000 pessoas, vão para o município de Barreiros.
“A nossa luta é que cheguemos a 3.000 tendas, ou seja, que abriguemos até 30.000 pessoas”, disse o Governador do Distrito de Rotary 4.500, Francisco Leandro de Araújo Júnior.
Notícia completa daqui

domingo, 4 de julho de 2010

Portugueses pagam 2.000 euros para fazer voluntariado nas férias

Podiam estar a fazer férias no outro lado do mundo em resorts turísticos por metade do preço, mas, em vez disso, há portugueses que pagam cerca de 2.000 € para trabalhar em projectos de voluntariado em comunidades no Senegal, Guiné-Bissau e Brasil.
Desde 2007 já foram realizadas 14 Aventuras Solidárias, um projecto único em Portugal, desenvolvido pela AMI, que já angariou 50.000 €, que já tem em calendário mais quatro. Nestes três anos, várias construções foram feitas com a ajuda dos 117voluntários: três escolas, uma oficina de artes visuais, três centros de costura, uma maternidade, um centro de nutrição, três centros de saúde e uma unidade de moagem.
São vários os motivos que levam os voluntários a aderir ao projecto: conhecer melhor a cultura de um povo, conhecer outras realidades, o enriquecimento pessoal e ajudar um povo pobre. No fim dos nove dias de projecto nesses países, os "aventureiros" garantem que voltaram a Portugal com mais amigos e que todos se despedem com tristeza.
Notícia completa e foto aqui

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Actividades extracurriculares podem garantir-lhe o próximo emprego

Numa altura em que há dezenas de candidatos com Curriculum Vitae semelhantes a lutar pelo mesmo emprego é importante dar nas vistas. "Saber chamar a atenção das pessoas que recebem muitos currículos passa por saber captar o interesse e a curiosidade sobre a análise do documento", explica ao i Ana Sofia Portela, managing partner da Palmon & Assessment. A chave está nas actividades extracurriculares.
Voluntariado
 As experiências de voluntariado são uma mais--valia numa candidatura, tendo em conta que "mostram abertura à mudança, ao sacrifício e uma grande capacidade de integração em diferentes grupos", afirma Ana Sofia Portela. "Quem faz voluntariado vive experiências que mais ninguém teve a oportunidade de viver", acrescenta.
Experiências extra-escolares
Apesar de ser importante mostrar competências paralelas ao caminho profissional, Paulo Marcelino deixa um alerta: "É importante que haja um exercício de distanciamento. Para isso devem ser eliminadas as experiências profissionais pouco relevantes, como as de início de carreira de curta duração ou que simplesmente não tenham qualquer relação com a função a que o candidato se está a candidatar."
Por outro lado, Ana Sofia Portela considera que os estágios de Verão, mesmo de curta duração, ou as actividades de solidariedade social, devem ser sempre incluídos no currículo de um recém-licenciado.
"Ninguém discute que o que se ouve numa sala de aula é importante, mas não é menos enriquecedor trabalhar num restaurante durante um mês das férias e ter de aprender a ser flexível, conjugar várias solicitações em simultâneo e mostrar capacidade de ultrapassar obstáculos", acrescenta.
Texto completo aqui
Imagem daqui

quarta-feira, 30 de junho de 2010

O que é uma ONG?

A sigla ONG corresponde a Organização Não-Governamental — uma expressão que admite muitas interpretações. A definição textual (ou seja, aquilo que não é do governo) é tão ampla que abrange qualquer organização de natureza não-estatal.
No âmbito mundial, a expressão surgiu pela primeira vez na Organização das Nações Unidas (ONU) após a II Guerra Mundial, com o uso da denominação em inglês “Non-Governmental Organizations (NGOs)” para designar organizações supranacionais e internacionais que não foram estabelecidas por acordos governamentais.
Do ponto de vista formal, uma ONG é constituída pela vontade autónoma de mulheres e homens, que se reúnem com a finalidade de promover objectivos comuns de forma não lucrativa.
Por não ter objectivos confessionais ou eleitorais, juridicamente toda a ONG é uma associação civil ou uma fundação privada.
No entanto, nem toda a associação civil ou fundação é uma ONG. Entre clubes recreativos, hospitais e universidades privadas, asilos, associações de bairro, creches, fundações e institutos empresariais, associações de produtores rurais, associações comerciais, clubes de futebol, associações civis de benefício mútuo, etc. e ONGs, têm objectivos e actuações bastante distintos, às vezes, até opostos.
A expressão é habitualmente relacionada com um universo de organizações, que apoiam organizações populares, com objectivos de promoção da cidadania, defesa de direitos e luta pela democracia política e social. As primeiras ONGs nasceram em sintonia com as exigências e dinâmicas dos movimentos sociais, com ênfase nos trabalhos de educação popular e de actuação na elaboração e controle social das políticas públicas.
Segundo Herbert de Souza, o Betinho: “uma ONG se define por sua vocação política, por sua positividade política: uma entidade sem fins de lucro cujo objectivo fundamental é desenvolver uma sociedade democrática, isto é, uma sociedade fundada nos valores da democracia – liberdade, igualdade, diversidade, participação e solidariedade. (...) As ONGs são comités da cidadania e surgiram para ajudar a construir a sociedade democrática com que todos sonham”.
Ao longo da década de 1990, com o surgimento de novas organizações privadas sem fins lucrativos, trazendo perfis e perspectivas de actuação social muito diversas, o termo ONG acabou por ser utilizado por um conjunto grande de organizações, que muitas vezes não têm qualquer semelhança entre si, podendo-se então definir como ONG um grupo social organizado, sem fins lucrativos, constituído formal e autonomamente, caracterizado por acções de solidariedade no campo das políticas públicas e pelo legítimo exercício de pressões políticas em proveito de populações excluídas das condições da cidadania”.
Texto daqui
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VOLUNTARIADO, o que é…

Declaração Universal sobre o Voluntariado
Preâmbulo
1 – Os voluntários, inspirados na Declaração Universal dos Direitos do Homem de 1948 e na Convenção sobre os Direitos da Criança de 1989, consideram o seu compromisso como um instrumento de desenvolvimento social, cultural, económico e do ambiente, num mundo em constante transformação. Fazem seu, o princípio de que, “Todas as pessoas têm direito à liberdade de reunião e associação pacífica”.
2 – O Voluntariado:
      É uma decisão voluntária, apoiada em motivações e opções pessoais;
      É uma forma de participação activa do cidadão na vida das comunidades;
      Contribui para a melhoria da qualidade de vida, realização pessoal e uma maior solidariedade;
      Traduz-se, regra geral, numa acção ou num movimento organizado, no âmbito de uma associação;
      Contribui para dar resposta aos principais desafios da sociedade, com vista a um mundo mais justo e mais pacífico;
      Contribui para um desenvolvimento económico e social mais equilibrado, para a criação de empregos e novas profissões.
Princípios fundamentais do Voluntariado
1 – Os voluntários põem em prática os seguintes Princípios Fundamentais:
   Reconhecem a todo o homem, mulher e criança o direito de se associarem, independentemente da sua raça, religião, condição física, social ou material;
   Respeitam a dignidade de todo o ser humano e a sua cultura;
   Oferecem individualmente ou no âmbito de uma associação, ajuda mútua e serviço, de uma forma desinteressada e com o espírito de partenariado e fraternidade;
   Estão atentos às necessidades das pessoas e comunidades e desencadeiam, com a sua colaboração, a resposta adequada;
   Têm em vista, igualmente, fazer do voluntariado um factor de realização pessoal, aquisição de conhecimentos e novas competências, desenvolvimento das capacidades, favorecendo a iniciativa e a criatividade, permitindo a cada um ser mais membro activo do que beneficiário da acção voluntária;
   Estimulam o espírito de responsabilidade social e encorajam a solidariedade familiar, comunitária e internacional.
2 – Tendo em conta estes princípios fundamentais, devem os voluntários:
   Encorajar a transformação do compromisso individual em movimento colectivo;
   Apoiar, de maneira activa, a sua associação, aderindo conscientemente aos seus objectivos, informando-se das suas políticas de funcionamento;
   Comprometer-se a cumprir correctamente as tarefas definidas em conjunto, de acordo com as suas capacidades, tempo disponível e responsabilidades assumidas;
   Cooperar, com espírito de compreensão mútua e estima recíproca, com todos os membros da sua associação;
   Aceitar receber formação;
   Trabalhar com ética, no desempenho das suas funções.
3 – Tendo em conta a Declaração Universal dos Direitos do Homem e os Princípios Fundamentais do Voluntariado, devem as associações:
   Elaborar os estatutos adequados ao exercício do trabalho voluntário;
   Definir os critérios de participação dos voluntários, no respeito das funções claramente definidas para cada um;
   Confiar, a cada um, as actividades que lhe são adequadas, assegurando a formação e acompanhamento necessários;
   Prever e dar a conhecer a avaliação periódica dos resultados;
   Prever, de forma eficaz, a cobertura dos riscos a que os voluntários estão sujeitos no exercício das suas funções e os prejuízos que estes, involuntariamente, possam provocar em terceiros, no decurso da sua actividade;
   Facilitar a participação de todos os voluntários, reembolsando-os, se necessário, com as despesas efectuadas com o seu trabalho;
   Estabelecer a forma de rescisão do vínculo, quer por parte da associação quer do voluntário.
Proclamação
Os voluntários, reunidos por iniciativa da International Association for Volunteer Effort (IAVE), em Congresso Mundial, declaram a sua fé na acção voluntária, como uma força criadora e mediadora para:
   Respeitar a dignidade de toda a pessoa, reconhecer a sua capacidade de exercer os seus direitos de cidadão e ser agente do seu próprio desenvolvimento;
   Contribuir para a resolução dos problemas sociais e do ambiente;
   A construção de uma sociedade mais humana e mais justa, favorecendo igualmente uma cooperação mundial.
Assim convidam os Estados, as Instituições Internacionais, as empresas e os meios de comunicação social a unirem-se a eles, como parceiros, para construir um ambiente internacional favorável à promoção e apoio de um voluntariado eficaz, acessível a todos, símbolo de solidariedade entre os homens e as Nações.
Paris, 14 de Setembro de 1990
Imagem daqui

Solidariedade e o que significa ser solidário?

Ser solidário é desenvolver uma consciência pessoal de que a dignidade da pessoa pode não ser plena se obscurecida, travada, por carências de natureza material (acesso a recursos ou à forma de os obter), intelectual (falta de possibilidade de usufruir de recursos educativos) e social (por se encontrarem em situação de exclusão relativamente aos recursos da sociedade) em que parte da população mundial vive. 
Sentimento geral de identificação com interesses e responsabilidades perante o outro, sendo ele um grupo social, uma nação ou a humanidade inteira. Tendo cada vez mais consciência das desigualdades e da exclusão que nos rodeiam, desde o mais próximo ao mais distante, vários países, entidades e particulares são levados a intervir com o objectivo de minorar as assimetrias verificadas no que concerne ao desenvolvimento. A acção destes intervenientes tem, geralmente, por base a solidariedade e vontade de contribuir para a melhoria do mundo em que vivemos.
Agir solidariamente refere-se a uma relação com o outro, em que se procura o seu bem, de forma justa e em igualdade de capacidades, com reconhecimento da importância de cada acção como resposta a necessidades comuns. Esta acção individual deve orientar-se sem criar dependências e procurando o desenvolvimento dos destinatários e sua responsabilização na resolução dos seus problemas.
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terça-feira, 29 de junho de 2010

Rotary apoia desabrigados no Brasil com as ShelterBox

Dias de chuvas torrenciais, enchentes e cidades inteiras "varridas" do mapa, onde cerca de 100.000 pessoas perderam as suas casas, tendo sido o Estado de Alagoas o mais afectado.
Entretanto, foram mobilizadas e chegarão ao Recife, vindas do Reino Unido, duas pessoas do ShelterBox Response Team (SRT), para coordenarem o atendimento inicial.
Um deles acabou de chegar do Haiti e terá 48 horas para voltar ao trabalho com as Shelterbox e confessou: "Essa implantação será tão desafiadora como a do Haiti, o objectivo é o mesmo, mais abrigos, emergências para as famílias necessitadas, o mais rápido que pudermos".
A equipa vai trabalhar com os Rotários do Brasil e com Conrado Orsatti coordenador da ShelterboxBrasil.
O Chefe de Operações da Shelterbox, John Leach, disse: "Historicamente, tem sido extremamente difícil para a ShelterBox ajudar o Brasil, mesmo quando houve uma necessidade evidente. Agora há uma clara necessidade de ajudar o Brasil e nós faremos tudo que esteja ao nosso alcance, tanto aqui no Reino Unido e com os nossos contactos do Rotary no Brasil, para eliminar a burocracia e obter abrigo de emergência às famílias em necessidade desesperadas”.
Rotary em Portugal, já conta com uma equipa para angariação de fundos para aquisição das Shelterbox e coordenar uma hipotética utilização das mesmas, no país ou no estrangeiro, em caso de calamidades naturais.