Seguidores

Mostrar mensagens com a etiqueta Conserve o Planeta Terra. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Conserve o Planeta Terra. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

II Conferência Internacional: “Clima, Sustentabilidade e Desenvolvimento em Regiões Semiáridas”

O Economista norte-americano Jeffrey Sachs fala sobre a pobreza nas regiões semiáridas
Jeffrey Sachs, nomeado entre os 100 líderes mais influentes do mundo pela revista Time e autor de best-sellers como Common Wealth (Penguin, 2008) e The End of Poverty(Penguin, 2005), ministrou uma aula no Ceará, em Fortaleza, Brasil, integrada na programação da Segunda Conferência Internacional: Clima, Sustentabilidade e Desenvolvimento em Regiões Semiáridas (Icid 2010).
Sachs, atcualmente, dirige o Instituto da Terra (Earth Institute), na Universidade Columbia, nos Estados Unidos, onde também é professor de Desenvolvimento Sustentável e de Política de Gestão da Saúde e é Conselheiro Especial do Secretário-Geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon. De 2002 a 2006 esteve à frente do Projecto Milénio da ONU e assessorou o Secretário-Geral Kofi Annan para assuntos relacionados com os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, metas acordadas internacionalmente para redução da pobreza, de doenças e da fome até o ano de 2015. O especialista também é presidente e co-fundador da Millenium Promise Alliance, uma organização sem fins lucrativos que visa acabar com a pobreza global extrema.
Como director do Earth Institute, Sachs lidera os esforços para promover a mitigação das mudanças climáticas induzidas pelo homem. Em 2007, foi premiado com o Bhushan Padma, o prémio mais alto concedido a um civil pelo governo indiano.
Texto daqui

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Nem só o Rotary…

Veterinário britânico anda pelo mundo a cuidar gratuitamente de animais
No dia-a-dia, a maioria dos médicos veterinários corre apenas o risco de ser mordido por um cão ou arranhado por um gato, mas Luke Gamble vê muitas vezes a sua vida em perigo. Este veterinário britânico, de 33 anos, corre o mundo a prestar cuidados médicos gratuitos às mais diversas espécies de animais, de acordo com o jornal The Sun.
Luke Gamble explorava uma clínica veterinária com a mulher, Cordelia (32 anos), em Cranbone, Dorset, Inglaterra, mas há sete anos decidiu mudar de vida, quando conheceu a Worldwide Veterinary Service (qualquer coisa como Serviço Veterinário Mundial), que presta aconselhamento a várias organizações não governamentais (ONG) que trabalham na área do bem-estar animal e presta serviços médicos gratuitos, incluindo o fornecimento de medicamentos. Só no ano passado, Luke Gamble conseguiu organizar 22 equipas de voluntários de 220 ONG, para uma campanha de angariação de medicamentos.

Todos a vivermos de crédito, mais uns do que outros

No sábado, a população da Terra terá consumido os recursos calculados para este ano
Os habitantes da Terra esgotarão a 21 de Agosto os recursos naturais que o planeta lhes proporciona anualmente, pelo que a partir daquela data passaremos a consumir e a viver dos créditos respeitantes ao próximo ano.
O alerta foi deixado na segunda-feira, pela ONG Global Footprint Network (GFN), que anualmente calcula o dia em que o consumo da humanidade esgota os recursos naturais que o planeta é capaz de fornecer em cada ano.
O limite em 2010 ou "Dia do Excesso" ("Earth Overshoot Day", em inglês) será atingido no sábado 21 de Agosto, refere a organização que trabalha para promover a sustentabilidade através do uso do conceito de Pegada Ecológica, uma ferramenta de contabilidade dos recursos naturais.
"Isso significa que demoramos menos de nove meses para esgotar o nosso orçamento ecológico para este ano", salientou o presidente da GFN, Mathis Wackernagel.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Rotary International aposta cada vez mais em parcerias

Rotary International junta-se à International Desalination Association (IDA) para um encontro sobre dessalinização, por responsabilidade social

Na Itália, em 2011, haverá uma Conferência Internacional durante 3 dias, sobre Desenvolvimento da Tecnologia de Dessalinização, por Responsabilidade Social, apresentando pela primeira vez uma cooperação única, entre a International Desalination Association (IDA) e o Rotary International.
A conferência, entre 16 e 18 de Maio de 2011, será também realizada em cooperação com a Sociedade Europeia de Dessalinização, em Santa Margherita, Portofino, onde a EDS realizou uma conferência com sucesso em 2007.
Em cooperação com o Rotary International, os fundos gerados a partir desta conferência serão doados para apoiar um projecto humanitário com o objectivo de abordar questões graves relativas à água no Distrito de Ankililoaka, Madagascar, onde uma população superior a 100.000 (50% crianças) é afectada pela escassez de água.
A IDA pretende solicitar apresentações das indústrias e de ONGs relacionadas, em como a associação e a comunidade de dessalinização, juntas, podem ser mais sensíveis às necessidades humanas para limpar e dar acesso a água potável.
A IDA descreve o evento como uma oportunidade para os profissionais partilharem as suas experiências e ideias para ajudar a indústria a desenvolver as ferramentas necessárias para garantir que o crescimento da indústria de dessalinização e reutilização da água, ande de mãos dadas com a responsabilidade social; isto pode dar esperança a todos os povos da aldeia global, que a dessalinização pode fornecer água, a essência da vida, a um custo acessível, resolver a escassez de abastecimento de água existente, evitando os conflitos regionais e territoriais e fornecendo os recursos hídricos para a saúde, desenvolvimento económico e um meio ambiente sustentável.
1º dia - Incidirá sobre o tema da água como um direito humano e da capacidade da indústria de dessalinização para responder a esta necessidade, fornecendo água a preços mais acessíveis e sustentáveis. Haverá também tópicos para resolver as dificuldades existentes para a cobertura global de água potável; a tarifação da água; e o envolvimento do sector público e privado para fazerem parceria para as crescentes necessidades de água.
Haverá uma sessão especial visando discutir a implantação rápida de equipamentos de dessalinização e de recursos em caso de catástrofes naturais ou de crises humanitárias em todo o mundo.
2º dia - Focará a próxima geração de tecnologia para transformar água salgada num novo recurso. Isso requer soluções inovadoras para a produção de água potável e ao mesmo tempo a eficiência da produção actual e que utilizam fontes de energia alternativas, como a solar e a eólica para proporcionar menor custo da dessalinização para missões humanitárias e, portanto, tornar acessível a dessalinização para comunidades em todo o mundo.
Texto e foto daqui

sábado, 14 de agosto de 2010

Produção de Energia - Rotary Brasil 2010

Distrito 4430
Criatividade, inovação, reciclagem e 50% de poupança de gastos (com um muito pequeno "investimento" inicial).
Se não servir para os países desenvolvidos, poderá servir para os "outros".

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

O “desenvolvimento” tem um preço, pesado, mas emergente…

Deslizamentos na China vêm do crescimento desenfreado
Os deslizamentos de barro, que deixaram mais de 1.700 mortos ou desaparecidos no noroeste da China, são consequência de um desenvolvimento económico desenfreado que fragilizou o meio ambiente e já não pode ser contido, afirmam os especialistas.
Os defensores do meio ambiente lançam regularmente advertências contra a desflorestação, a construção frenética de estradas ou de represas hidroeléctricas, muitas vezes por iniciativa das autoridades locais.
A tragédia de Zhouqu, epicentro dos deslizamentos de terra na província de Gansu, "reflecte os desafios e os riscos que o crescimento traz para regiões pobres", declarou à AFP Li Yan, encarregado do “Greenpeace China” para os temas vinculados à energia e à mudança climática.
"As autoridades locais estão sob pressão para eliminar a pobreza e desenvolver a economia, um processo durante o qual o meio ambiente se degrada", acrescentou o especialista.
As autoridades asseguram que os recentes deslizamentos de terra são uma catástrofe natural provocada pelas chuvas torrenciais, mas até os próprios meios de comunicação oficiais chineses se questionam sobre as responsabilidades humanas nesta tragédia, que causou 1.117 mortos e 627 desaparecidos.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Clubes Rotários em defesa do Ambiente, na defesa da Floresta

Com organização do Rotary Club do Barreiro, houve uma reunião conjunta com os RC da Moita, RC de Azeitão, RC de Setúbal e RC de Setúbal Sado, todos do Distrito 1960, reunião de companheirismo com comunicações e intervenções, a qual decorreu num ambiente de elevado convívio e partilha Rotária, não tendo passado em claro os acontecimentos trágicos de perda de vidas humanas, e da destruição do património Nacional, "A Floresta".
No final, mereceu aprovação por unanimidade o “Manifesto Solidário”, com pedido à Comunicação Social Local, de publicação do mesmo.
MANIFESTO SOLIDÁRIO
Os Clubes Rotários do Barreiro, Moita, Azeitão, Setúbal e Setúbal-Sado, reunidos em 09 de Agosto de 2010, vêm manifestar a sua grande solidariedade com o trabalho e esforço abnegado dos bombeiros portugueses, como ficou bem demonstrado, embora infelizmente, pelo trágico acidente desta tarde, e repudiar energicamente a atitude desrespeitosa e negligente de muitos dos portugueses que não sabem ou não querem dar o devido valor ao valioso património nacional, que são as nossas florestas, através de atitudes e comportamentos totalmente condenáveis.
SALVEMOS A FLORESTA, ajudemos todos a manter Portugal mais rico e mais saudável.
Rotary Club do Barreiro
Rotary Club da Moita
Rotary Club de Azeitão
Rotary Club de Setúbal
Rotary Club de Setúbal-Sado
Notícia daqui e foto daqui

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Se não for noticiado, fica aqui a notícia…

Trabalhadores colectam petróleo que vazou após explosão de oleodutos na zona portuária de Dailan, China
Greenpeace teme que maré negra chinesa seja uma das piores da história
Um vazamento de petróleo no nordeste da China pode ter sido 60 vezes maior do que o governo admite, o que o situaria entre as piores marés negras da história, alertou nesta sexta-feira o grupo Greenpeace.
Segundo a ONG, de 60.000 a 90.000 toneladas de óleo foram derramadas no Mar Amarelo depois da explosão de dois oleodutos na zona portuária de Dalian (Nordeste), em 16 de Julho.
Essa estimativa é muito superior a 1.500 toneladas informadas pelas autoridades chinesas.
"Trata-se de um dos 30 maiores vazamentos (de petróleo) da história da humanidade", declarou Richard Steiner, especialista em conservação marinha da Universidade do Alasca (EUA) e assessor do Greenpeace. "Se anossa estimativa for correcta, o vazamento é maior do que o do 'Exxon Valdez' no Alasca, em 1999", acrescentou.
Notícia e foto daqui

domingo, 11 de julho de 2010

A Fome é causada pela má distribuição e não pela falta de alimentos

O problema não é a quantidade
Se em 2008 o número de vítimas da fome no mundo tinha sido reduzido para menos de mil milhões, já em Junho de 2009 essa marca foi ultrapassada. Este ano, o número de famintos aumentou em 150 milhões. Muitas das soluções encontradas em certos países em desenvolvimento não dão mais conta do crescimento populacional.
A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) já tinha reconhecido há 20 anos que “o problema não é tanto a falta de alimentos, mas a falta de vontade política”.
Há suficiente alimento no mundo para o sustento diário de todos os habitantes do planeta, afirma Benedikt Haerlin, da fundação Zukunftsstiftung Landwirtschaft, que apoia projectos ecológicos e sociais no sector agrícola.
“Hoje produzimos alimentos demais. Muito mais do que seria necessário para alimentar a população actual e nem estamos, ainda, perto de esgotar o potencial da alimentação directa. E, para pequenos produtores rurais, dobrar a produção custa pouco”, argumenta Haerlin, que participou da elaboração do Relatório Internacional sobre Ciência e Tecnologia Agrícolas para o Desenvolvimento (IAASTD, na sigla em inglês) de 2008.
 “Se temos mil milhões de pessoas que passam fome por não ter dinheiro para comprar comida e outros mil milhões de clinicamente obesos, alguma coisa está obviamente errada”, alerta Janice Jiggings, do Instituto Internacional para Meio Ambiente e Desenvolvimento em Londres.
Hoje já existe mais comida que o necessário, garante o Director-Executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Achim Steiner, “E sem cultivar um quilómetro quadrado que seja a mais, seria possível alimentar toda a população do planeta”.
“Ao mesmo tempo em que temos uma crise de alimentos, jogamos fora 30% a 40% dos alimentos produzidos. Ao contrário de nos perguntarmos onde podemos encontrar mais terra para cultivar, ou se será preciso plantar na Lua, deveríamos olhar para o nosso quintal. Temos que encontrar estímulos financeiros para evitar que se jogue comida fora”, conclui.
Texto completo aqui
Foto daqui

segunda-feira, 28 de junho de 2010

ONGs dizem-se decepcionadas com conclusões do G8, em Toronto, Canadá

Várias Organizações Não-Governamentais rejeitaram, este sábado, as conclusões da cúpula dos 8 países mais industrializados do mundo (G8), que consideraram uma resposta insuficiente, em temas como o ambiente e o combate à pobreza.
"O Greenpeace não pode dar mais que uma má nota aos dirigentes do G8, que não tomaram as medidas que a protecção do clima exige", destacou, em comunicado, Kumi Naidoo, titular da organização ambientalista internacional. Os avanços para eliminar os combustíveis fósseis nem foram citados no encontro, condenou, acrescentando: "Quando esperamos que o G20 apresente detalhes sobre a eliminação progressiva das subvenções aos combustíveis fósseis, o G8 anuncia novas subvenções destinadas a apoiar os combustíveis sujos".
Para Guillaume Grosso, da ONG de combate à pobreza, Oxfam, a cúpula do G8 foi "decepcionante" na sua resposta aos problemas de saúde materna e infantil nos países em desenvolvimento. As ajudas prometidas somam "5 mil milhões de dólares, quando seriam necessários pelo menos 20 mil milhões" de dólares. "Em cada ano, cerca de 9 milhões de crianças e 350.000 mães morrem por falta de acesso a cuidados médicos", destacou.
O Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês) rejeitou as conclusões dos líderes dos países mais ricos do mundo: "A boa nova é que a mudança climática está sempre na ordem do dia. A má notícia é que não há nenhum compromisso novo para cumprir o que deve ser feito", denunciou Kim Carstensen, desta organização ambientalista.
Notícia daqui
Imagem daqui