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sábado, 15 de fevereiro de 2014

Companheiro servindo a nossa comunidade

O nosso Companheiro Mestre Festas acompanha a ministra do Mar, expondo e reivindicando as ajudas para os prejuízos do mau tempo, que gerou mais estragos no mar do que em terra.
Assunção Cristas, ministra da Agricultura e Pescas esteve esta sexta-feira de manhã na Póvoa de Varzim, onde garantiu que vai agilizar o processo de candidaturas ao fundo de garantia salarial para os pescadores , como forma de fazer face às dificuldades que se fazem sentir nos últimos meses, devido ao mau tempo e à impossibilidade de saírem para pescar.
O anúncio de que existe uma dotação de 6 milhões de euros para este fundo foi feito numa visita da ministra ao porto de pesca local. Os pescadores devem fazer já as candidaturas, alertou a governante, ao invés de esperarem pelo fim do mau tempo. No local, Assunção Cristas foi alertada para o facto de, devido ao mau tempo, haver embarcações que não saem para a faina há mais de 2 meses, mostrando-se consciente “do momento difícil pelo qual passam os pescadores”.
“O fundo de compensação salarial tem uma verba elevada, são 6 milhões de euros. Mas, nos últimos anos, desde 2010 nunca foram utilizados mais de 250.000 euros por ano. O dinheiro não é problema, a única limitação são as regras europeias das ajudas do Estado e é com elas que temos de trabalhar”, disse a ministra, garantindo ainda: “tudo será feito para que o dinheiro chegue rapidamente aos pescadores necessitados”.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Atividade de Companheiros

Amanhã, dia 15 de maio, às 15h00, Manuel Joaquim Craveiro conduz a sessão intitulada “Recordando as mercearias da Póvoa de Varzim”. Esta será mais uma tarde de “quarta (h)à conversa”, no Arquivo.
Outubro de 2009 marcou o início da iniciativa “À quarta (h)à conversa”, promovida pelo Arquivo Municipal. Esta atividade mensal continua, sempre com novos temas que remetem para a História Local e é dirigida ao público sénior.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Exposição de Pintura "A Ética do Belo"

No dia 23 de Março de 2013, na Galeria D'Arte da Ortopóvoa (do Companheiro Pinhão Ferreira), abre uma exposição da pintora Isabel Lhano.
A vernissage está marcada para as 16H00 e prolonga-se até às 19.30, sendo distribuído um catálogo da exposição.
Estão todos convidados!
“Demasiado espaço entre nós”, 100x100, acrílico s/tela, 2007
“Ler um quadro da Isabel Lhano acorda-nos o ciúme e põe-nos a sonhar. Ver uma obra da artista força-nos imaginar sermos acariciados e retribuirmos a acarinhar; impele-nos a entrar na tela, enfim, a lá morar. Deliciem-se com os trabalhos da Isabel Lhano, artista exímia em tridimensionar com a cor.” Afonso Pinhão Ferreira

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Isto também é ser rotário

O Professor Doutor Afonso Pinhão Ferreira e Diretor do Conselho Executivo da  Faculdade de Medicina Dentária do Porto, como sócio do Rotary Club da Póvoa de Varzim, com este protocolo, dá exemplo do comportamento rotário e do comprometimento com a comunidade em que exerce a sua profissão, solidário com os que mais precisam.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

do que vou tomando conhecimento

Alberto Eiras foi o convidado do “À quarta (h)à conversa” e escolheu como temática a Casa Poveira de Acção Social: Patronato, Lactário e Cozinha Económica. “Trata-se de uma instituição de solidariedade social com estas três atividades distintas que, durante cerca de 40 anos, prestou muitos e valiosos serviços, numa altura em que a Póvoa apenas dispunha d’A Beneficente e do Hospital da Santa Casa da Misericórdia, e que hoje é praticamente ignorada”, explicou. “Esta instituição resultou de uma ideia da Comissão Administrativa do Município poveiro e foram 25 os seus sócios-fundadores”, continuou.
Segundo Alberto Eiras, a liderança foi, desde o início, confiada ao primeiro pároco e abade da recém-criada freguesia eclesiástica de S. José de Ribamar, Padre Manuel da Costa Gomes, mais tarde nomeado arcipreste de Vila do Conde e da Póvoa de Varzim. As instalações desta instituição foram emprestadas pela Santa Casa da Misericórdia, local onde, atualmente, funciona a secção de fisioterapia. “Nesse pavilhão começou a funcionar a Cozinha Económica, denominada Dr. Oliveira Salazar, fornecendo refeições a preços acessíveis aos operários que vinham de longe e a famílias com baixos rendimentos. Estas eram constituídas por 250 gramas de pão, 1 litro de sopa e uma prato abundante de peixe, carne ou bacalhau, sendo que o pão custava 30 centavos, a sopa 50 e o prato 80 centavos”.
Esta valência de Cozinha Económica foi a primeira a abrir nesta Casa Poveira e, também, a primeira a encerrar “por se tornar inviável economicamente”.
Quanto à valência de Lactário, “era costume as 200 leiteiras que traziam à Póvoa o leite para consumo diário deixarem cerca de 1 dl para análise. Mas, como a quantidade necessária de leite para análise era mínima, todos os dias restavam cerca de 20 litros, que eram distribuídos pel’A Beneficente (15 litros) e pelo Hospital (5 litros). Daí nasceu a ideia do leite ser utilizado e distribuído pelo Lactário”, explicou. Farinhas, leite condensado e outros produtos oferecidos, sobretudo pela Caritas, também eram distribuídos pelas famílias mais carenciadas.
Finalmente, sobre a terceira valência, o Patronato, “talvez a mais importante e a que mais perdurou”, Alberto Eiras contou que “cerca de 40 rapazes de famílias muito pobres, sobretudo órfãos, frequentaram aquele local, onde aprendiam as oficinas de tipografia e sapataria”.
No entanto, a Casa Poveira terminaria com a “insistência do Hospital de que precisava daquele pavilhão para instalar uma enfermaria para doentes tuberculosos, doença que atacou muitas pessoas naquela altura. É então que surge a ideia de mudança para um edifício na Avenida Mousinho de Albuquerque, mas agora apenas para o funcionamento do Patronato, com a denominação Centro Social de S. José de Ribamar”.
O convidado sublinhou que como acontece com as pessoas, também as instituições nascem, crescem, vivem e depois morrem. Foi o que aconteceu com a Casa Poveira de Acção Social ao fim de 40 anos de atividade”.     

sábado, 14 de janeiro de 2012

Serafim Amaro Afonso

A Inspecção do Ensino em Portugal
No Período da Ditadura Nacional
De
A. Henriques Carneiro
Serafim Amaro Afonso

O livro que se apresenta – cumprindo o princípio louvável que prevê a divulgação neste Blog dos trabalhos de natureza intelectual e artística produzidos por membros do Rotary Club da Póvoa de Varzim – foi elaborado em co-autoria com o também inspetor escolar António Henriques Carneiro e editado pela Fundação Calouste Gulbenkian.
Como o título indicia, pretendemos recolher, analisar e organizar a informação dispersa sobre a história da Inspeção Escolar em Portugal, neste caso durante o período da Ditadura Nacional – 28 de maio de 1926 a 11 de abril de 1933 – de modo a preservá-la e torná-la acessível aos eventuais interessados nesta área de informação.
O presente volume vem na continuação de outros, nomeadamente do anterior, com o título: A Inspecção do Ensino em Portugal - Durante a I República, também da nossa autoria e editado pela mesma Fundação, em 2008.
Pessoalmente aceitei o desafio de participar nesta aventura – que vai terminar com a publicação de um próximo volume – na convicção de que assim contribuía para colmatar a lacuna da inexistência de trabalhos deste género sobre a temática mencionada. Por outro lado, tem servido para prolongar o meu compromisso com o ensino, nomeadamente com a Inspeção Escolar, ao serviço da qual exerci a minha atividade profissional durante 25 anos.
Agradeço
Serafim Amaro Afonso