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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Quem serve merece reconhecimento

Para assinalar a data, a Biblioteca Municipal organizou um programa de atividades para os dias 29 e 30 de novembro, destinado à comunidade em geral.
Na sexta-feira, 29, às 9h30, será aberta ao público a mostra documental “Da fachada do Orfeão Povoense ao edifício da Biblioteca Municipal”, dando a conhecer um pouco da história do edifício atual inaugurado a 30 de novembro de 1991.
Às 10h00, será dado a conhecer o processo de adesão da Biblioteca Municipal Rocha Peixoto à Rede de Bibliotecas Associadas da UNESCO. Mais de 500 bibliotecas em todo o mundo já são membros da rede. Atualmente, em Portugal são onze as Bibliotecas Públicas associadas. A participação nesta Rede Mundial confere às bibliotecas notoriedade e reconhecimento pelo seu papel de mediadores de informação junto da comunidade.
Depois deste anúncio, haverá uma sessão de Hora do Conto Especial  “Vamos descobrir as bibliotecas” de Luísa Ducla Soares para alunos do 1º CEB.
Às 16h00, o Município poveiro e o Rotary Club da Póvoa de Varzim assinam um protocolo de cooperação para o enriquecimento e organização da Biblioteca da Universidade Sénior - serviço do Rotary Club da Póvoa de Varzim, numa cerimónia a realizar nas instalações da Universidade Sénior.
No dia 30, sábado, às 18h00, será apresentado, na Biblioteca, o livro Aprendizagem Balnear de João Rios.
À noite, serão os mais novos a celebrar o aniversário da Biblioteca numa edição especial da iniciativa “Uma Noite na Biblioteca”, que terá como tema os “Saberes da Biblioteca”, à volta de dois ilustres poveiros, Eça de Queirós e Rocha Peixoto.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Rotários barcelenses promovem as Novas Gerações em Rotary

O Interact Club da Póvoa de Varzim foi o convidado
O Rotary Club de Barcelos pretende dinamizar os programas de Rotary para as Novas Gerações e realizou no dia 12 de novembro a 2ª reunião dedicada a este tema. O Interact Club da Póvoa de Varzim foi convidado para partilhar a sua experiência junto de jovens barcelenses.
A primeira reunião teve lugar a 29 e contou com a presença do Rotaract Club de Vila Nova de Famalicão.
A reunião começou com as boas-vindas dadas pelo presidente do Club rotário barcelense, Miguel Marote Henriques e com uma breve apresentação dos programas de Rotary para a juventude e da sua dimensão no mundo e em Portugal.
Depois desta apresentação e exibição de um pequeno vídeo, a reunião foi entregue à presidente do Interact Club da Póvoa de Varzim, Maria Arteiro.
A responsável do clube poveiro deu a conhecer a origem deste programa, o significado do seu símbolo, o seu lema e objetivos a que se propõe.
Com recurso à exibição de um vídeo, deu a conhecer grande parte das atividades do seu clube e do movimento interactista em Portugal.
O período que se seguiu foi de enorme entusiasmo e interação. Os interactistas poveiros contaram, um a um, a sua experiência no programa, a forma como aderiram e o prazer com que participam nas atividades e desenvolvem projetos. A representante do Interact no Distrito Rotário, Renata Leite, que também integra o clube poveiro, protagonizou um dos momentos mais animados da reunião. Renata deu a conhecer a sua paixão pelo Interact e a forma como seduziu outros membros do Club a ingressarem nele.
O dinamismo dos jovens presentes foi testemunhado pelo Companheiro António Fiúza, presidente do Gil Vicente Futebol Club, a quem foram colocados dois desafios: proporcionar a alguns jovens a emoção de assistirem a uma jogo de futebol e uma ação de divulgação da campanha de erradicação da Polio no relvado do Estádio Cidade de Barcelos, antes de um jogo da 1ª Liga.
A reunião terminou com as intervenções de membros de todos os Clubs presentes e uma troca de lembranças. O presidente do Rotary Cub de Barcelos foi presenteado com uma pequena formiga, mascote do Interact.
Com esta 2.ª reunião de apresentação dos programas de Rotary para as Novas Gerações ficou bem patente a importância dos Rotary Clubs envolverem os jovens em projetos de serviços à Comunidade. Ao formar laços com os jovens, os clubes cultivam futuros associados e revigoram-se com a energia e visão das Novas Gerações.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Carlos Baptista deixou-nos. Fica o exemplo.

O Rotary Club da Póvoa de Varzim comunica, com pesar, o falecimento do seu Sócio Fundador e Past-Governador 1973/74, que durante cerca de 46 anos foi Sócio Representativo e há 4 anos Sócio Honorário, Companheiro Carlos Evaristo de Sousa Baptista.
À família os sentimentos de todos nós.
Para nós fica a memória da verticalidade e será sempre o exemplo de rotário que todos queremos ser...
A cerimónia fúnebre realizou-se na passada 3.ª feira, que coincidiu com a VOG.
As mensagens de condolências:
Profundamente chocado com a triste notícia do falecimento do nosso querido Companheiro Carlos Baptista e encontrando-me eu no Brasil, peço que solicite a um companheiro que vá ao funeral que apresente à viúva e ao filho, em meu nome e no da Ruth, os nossos pêsames.
Muito grato,
Madureira Pires
Foi com profundo pesar que tomei conhecimento do falecimento do nosso querido Companheiro past-governador Carlos Evaristo de Sousa Baptista.
Nesta hora de dor e luto venho apresentar ao RC de Póvoa de Varzim na pessoa do seu Presidente as mais sentidas condolências.
Agradecia que fizessem chegar também aos respetivos familiares.
Rotary ficou mais pobre.
Bernardino Pereira, PDG D 1970
É com grande consternação que tomamos conhecimento do falecimento do Companheiro Carlos Evaristo Sousa Batista.
Peço que em meu nome e em nome de todos os Companheiros do Rotary Club de Amarante exprima à família e a todos os Companheiros do Rotary Club da Povoa do Varzim os nossos sentidos pêsames.
Um forte e amigo abraço
António Nunes de Freitas, Secretário 2012/2013
R.C. Amarante
O Rotary Club de Espinho vem por este meio apresentar os mais sentidos pêsames, pelo falecimento do nosso Ex-Companheiro CARLOS EVARISTO DE SOUSA BAPTISTA, Governador 1973/1974.
Cordiais Saudações Rotárias
Rotary Club de Espinho
O R.C. de Esposende neste momento de grande tristeza, vem apresentar os nossos sentidos pêsames por esta perda irreparável do Companheiro, Sócio Fundador e Honorário Carlos Evaristo Sousa Batista.
Cordiais saudações rotárias,
Sandra Derom, Presidente Rotary Club de Esposende
Não sendo possível a presença no acto fúnebre do sempre companheiro e PGD Carlos Evaristo de Sousa Baptista, junto envio ao seu ente familiar e n/ companheiro João Carlos Baptista e família, e bem assim aos Rotary Club's da Póvoa de Varzim e Senhora da Hora, as mais sinceras condolências da associação Rotary Club de Estarreja e de todos os seus associados.
Saudações rotárias
J.A.Costa, Secretário do Rotary Club de Estarreja - ano rotário 2013/2014
Neste momento de pesar pelo falecimento do Companheiro Carlos Evaristo Sousa Batista, vimos em nome de todos os Companheiros do Rotary Club de GaiaSul, apresentar os nossos sentidos pêsames e solicitar que transmita à família enlutada a nossa consternação com o falecimento e as nossas mais sinceras condolências.
Cumprimentos,
Benilde Teixeira, Secretária do Rotary Club Gaia Sul
Foi com imenso pesar que recebi a triste notícia do falecimento do amigo e Companheiro Carlos Batista, Fundador do RC da Póvoa de Varzim e Governador do Distrito no ano rotário 1973-74. Era o decano dos Governadores do nosso Distrito.
É por isso uma enorme perda para o Distrito 1970 e para o Rotary em geral. O Companheiro Carlos Batista, enquanto Governador, soube atuar com integridade, servir com amor e trabalhou pela paz, tendo sido um exemplo para todos os rotários.
Nestas circunstâncias, em meu nome pessoal apresento a toda a sua família e aos Companheiros do Rotary Club da Póvoa de Varzim as minhas sentidas condolências.
Em nome do Rotary Club de Ovar permita-me que de igual forma nos associemos ao Rotary Club da Póvoa de Varzim numa homenagem sentida ao Companheiro Carlos Batista.
As minhas desculpas por não poder estar presente no funeral, mas compromissos já assumidos não me permitem que tal seja possível.
Álvaro Gomes, PGD 2006-2007
Secretário 2013-14 do RC de Ovar
O Rotary Club de Valença vem expressar as mais sentidas condolências pelo falecimento do nosso companheiro CARLOS EVARISTO DE SOUSA BAPTISTA.
Alberto Pinheiro, secretário do R.C. Valença - 2013/14
O Rotary Club de Vizela, ao tomar conhecimento do falecimento do Companheiro Carlos Evaristo Sousa Batista, vem apresentar os seus sentidos pêsames à família enlutada e aos Companheiros do Rotary Club de Póvoa do Varzim.
Saudações Rotárias,
M.ª Resgate Salta – Secretária do Rotary Club de Vizela - D. 1970
Meus Amigos: Estou Casa de Saúde da Boavista, onde minha mulher está internada pois vai ser operada outra vez à coluna.
LAMENTO FALECIMENTO CARLOS. Um abraço a familiares. Outro para vós.
Francisco Zamith

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Um Companheiro que se expõe, expondo-nos

O Posto de Turismo da Póvoa de Varzim irá acolher a Exposição de Pintura “Rostos da Póvoa”, da autoria de Afonso Pinhão Ferreira. A inauguração irá realizar-se no dia 13 de setembro, sexta-feira, às 18h30, sendo que a mostra de trabalhos estará patente até ao final do mês.
Conforme adiantou Afonso Pinhão Ferreira, trata-se de uma “exposição de pintura com retratos de figuras poveiras que, ao longo da minha vida, fui pintando”.
O médico, professor catedrático e diretor da Faculdade de Medicina Dentária do Porto assume a pintura como a sua grande paixão. “Apesar de ter uma vida profissional intensa, além de médico dentista e proprietário de uma clínica dentária, Afonso Pinhão Ferreira, de 54 anos, atualmente diretor da Faculdade de Medicina Dentária do Porto, não consegue passar um dia sem pintar.
Reconhece que as artes plásticas, a pintura, e a escultura em especial, são, na prática, uma espécie de fuga à sua intensa e rigorosa atividade. Além de colecionador, dedica-se à pintura há mais de 20 anos e tudo começou quando, já dentista, decidiu matricular-se numas aulas de pintura na Filantrópica da Póvoa de Varzim.
Quando era miúdo, lembra-se que as pessoas lhe diziam que desenhava bem, mas nunca deu muita importância, até que decidiu ir aprender arte. Foi, mas só frequentou três aulas, porque “o mestre disse-me que que estava já muito avançado e que não valia a pena ir lá mais”.
Foi também numa dessas aulas que lidou pela primeira vez com tinta a óleo, e a partir daí nunca mais parou, e consciencializou-se de que pretendia mesmo dedicar-se à pintura.” (JN, 31 de outubro de 2012)

quarta-feira, 24 de julho de 2013

O Companheiro Filomeno Terroso deixou-nos!

O Rotary Club da Póvoa de Varzim comunica, com muito pesar, o falecimento do seu Sócio Representativo, o grande Companheiro Filomeno Terroso.
À família os sentimentos de todos nós.
A cerimónia fúnebre realiza-se na próxima 5.ª feira, 25 de julho, às 10h00, na igreja da Misericórdia. 
Sempre connosco, ensinando-nos...
Retrato pelo Companheiro Afonso Pinhão Ferreira

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Companheiro Zé, parabéns e sucesso!

“A graça que a Póvoa tem”, história alegre da Póvoa de Varzim. Este é o título do mais recente livro de crónicas de José de Azevedo, o nº 26 da Coleção “Na linha do horizonte Biblioteca Poveira”.
O lançamento da nova edição municipal do jornalista poveiro irá realizar-se na próxima segunda-feira, 15 de julho, às 21h30, no Diana Bar.
A sessão contará ainda com a participação de Clarice Marques e Aurelino Costa com Domingos Mateus (guitarra) e Carlos Costa (viola) e a atuação do Grupo Folclórico Poveiro.
O Companheiro José de Azevedo é pela 3.ª vez Presidente do Rotary Club da Póvoa (1973, 1985 e 2013) e seu sócio Fundador, em 1964.
Parabéns e sucesso (garantido)!

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Falecimento do Companheiro Né Graça

O Rotary Club da Póvoa de Varzim comunica, com pesar, o falecimento do seu Sócio Honorário e durante cerca de 40 anos Companheiro Representativo, Américo Santos Graça.

À família os sentimentos de todos nós.

A cerimónia fúnebre realiza-se na próxima 6.ª feira, às 10:30, na igreja da Misericórdia. 

Sempre connosco...

Retrato pelo Companheiro Afonso Pinhão Ferreira

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Abertura da 104.ª Convenção Internacional

Os rotários esperam conseguir erradicar a poliomielite nos próximos 3 a 4 anos, de acordo com o presidente da Rotary International, Sakuji Tanaka, que deseja ainda um esforço adicional dos seus membros nesta recta final. “Acho que vamos conseguir erradicar a poliomielite em 3 ou 4 anos e todos os membros [dos rotários] vão sentir que fazem parte deste sucesso. Continuo a encorajar os nossos membros a continuarem a fazer donativos porque acreditamos que estamos muito perto de conseguir erradicar a doença. Penso que os nossos membros vão dedicar ainda mais energia e apoio agora que estamos perto do fim”, afirmou o responsável em Lisboa.
A maior luta dos rotários é a eliminação da poliomielite, doença que foi erradicada em Portugal há 12 anos, mas que pode sempre voltar.
A Convenção do Rotary Internacional, que deverá juntar em Lisboa 25.000 congressistas de 163 países, decorre até ao dia 26 deste mês. A organização tem cerca de 1.200.000 de elementos, espalhados por 204 países e organizados em 34.000 clubes.
Na génese deste movimento, fundado em 1905, está a associação de profissionais que coloquem as suas capacidades e habilidades de liderança ao serviço dos que mais necessitem.
Sakuji Tanaka, lembrou que muito trabalho foi feito desde há 25 anos, quando começaram a campanha para a erradicação da poliomielite, quando existiam cerca de 300 novos casos por ano, que conseguiram reduzir até agora “de forma significativa”.
O responsável reconhece o período de dificuldades económicas, mas ainda assim espera um aumento na família dos rotários. “Apesar de estarmos numa altura de dificuldades económicas, a união dos rotários é muito forte e esperamos ter um forte aumento no número de membros. A contribuição em si é muito forte e continuamos a ter muito apoio à volta do mundo”, disse.
O japonês disse ainda que teve oportunidade de verificar no terreno o trabalho que os membros portugueses estão a desenvolver e que pode testemunhar que estes não ajudam apenas as comunidades locais – também fazem parceiras com clubes de rotários noutros países – e que, para além do apoio financeiro, também estão a ajudar no terreno.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Há 49 anos implantava-se o Rotary na Póvoa

"O Rotary é uma oficina de Homens" - Afonso Fernando
No dia 25 de maio, 49 anos depois da formação do Rotary Club da Póvoa de Varzim, os seus sócios deslocaram-se a Mogadouro, mais propriamente ao respetivo cemitério, para colocarem um Memorial ao seu Sócio Fundador falecido o ano passado, Afonso Fernando, a seu pedido e com toda a justiça.
Hoje celebramos a efeméride, “In Memoriam”.
O momento da colocação do Memorial
A preparação da cerimónia
O Memorial

terça-feira, 14 de maio de 2013

Atividade de Companheiros

Amanhã, dia 15 de maio, às 15h00, Manuel Joaquim Craveiro conduz a sessão intitulada “Recordando as mercearias da Póvoa de Varzim”. Esta será mais uma tarde de “quarta (h)à conversa”, no Arquivo.
Outubro de 2009 marcou o início da iniciativa “À quarta (h)à conversa”, promovida pelo Arquivo Municipal. Esta atividade mensal continua, sempre com novos temas que remetem para a História Local e é dirigida ao público sénior.

Hoje, a opinião do Presidente da CMPV


terça-feira, 7 de maio de 2013

Programa de maio - 49.º aniversário do clube


História resumida do Rotary Club da Póvoa de Varzim
Instalação provisória - 07/03/64
Foi no Grande Hotel. Estiveram presentes representantes de 11 clubes dos 23 então existentes, concretamente: Lisboa, Almada, Ovar, Amarante, Viana do Castelo, Guimarães, Braga, Aveiro, S. João da Madeira, Matosinhos e Porto. Presidiu à reunião o Dr. Flávio Borges de Sousa, presidente do R. C. de Matosinhos.
Admissão em Rotary - 25/05/64
N.º de inscrição em Rotary - 12021
Entrega de Carta Constitucional - 05/07/64
Governador que fez a entrega da Carta Constitucional - Fernando Oliveira, do R.C. de Aveiro.
Clube Padrinho - R.C. de Matosinhos.
Clube Afilhado - R.C. de Vila do Conde
Clubes Contacto - R.C. de Angoulême/Charente (França) e R.C. de Copacabana (Brasil).

segunda-feira, 6 de maio de 2013

A mensagem do Dr. José Manuel Silva

A convite do Rotary Club da Póvoa de Varzim, o Bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, esteve na noite de 30 de maio na cidade, para falar sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS). O Bastonário garantiu que este “está de boa saúde” e é sustentável, lembrando que não existe mais espaço para cortes nesta área.
A reunião do clube rotário local contou com a palestra de José Manuel Silva, que atraiu rotários, médicos e interessados que ouviram o bastonário defender que “o SNS é o melhor serviço público português, proporciona-nos excelentes indicadores de saúde, não exclui, à partida, nenhum cidadão e tem um custo médio, per capita muito abaixo do da OCDE. Ou seja, temos um serviço de extraordinária qualidade, a baixo custo, e é por isso que digo que é um serviço inequivocamente sustentável”.
O Doutor José Manuel Silva fez, a meu ver, uma exposição fiel à sua personalidade, procurando uma defesa judiciosa das suas convicções.
Começou por lembrar que as questões da Saúde a todos nos dizem respeito, como seres humanos que somos.
Referiu como segunda causa do aumento dos  custos da saúde, a maior exigência das pessoas que eleva o consumismo, e como principal causa a Evolução Tecnológica.
Alertou para a dificuldade da Humanização da Saúde... "A Humanização não se faz por decreto, tem que estar na genética, dos profissionais e das pessoas em geral"
Defendeu a sua convicção quanto à sustentabilidade do SNS... e para isso apresentou dados da OCDE de 2009: Despesa do SNS, per capita, abaixo da média europeia;
Em Outubro de 2012, os cidadãos portugueses "pagavam directamente do seu bolso" mais do que a média da OCDE;
Noutros Indicadores da Qualidade, tais como, a média de dias de Internamento nos hospitais, dos menores da OCDE;
Mortalidade Infantil, das menores do mundo...
E mencionou os EUA como "um óptimo exemplo de um mau exemplo"
Na sua opinião devemos exportar o modelo do SNS, e não médicos e enfermeiros...
(Notas de uma assistente)
Saudação às bandeiras com o Bastonário na bandeira de Rotary
Apresentação do palestrante pelo Comp. Dr. Proença Fernandes
O Bastonário defendendo o SNS e a sua sustentabilidade, com dados
O Comp. António Carlos Leite, Presidente do RCPV,
entregando lembranças ao Dr. José Manuel Silva

Um obrigado enorme ao Dr. José Manuel Silva, que veio diretamente do Algarve para esta palestra, que informou os presentes e deixou uma marca de orgulho em cada um, pela excelência do SNS que temos, apesar das contingências e pelas competências dos seus agentes.

sábado, 27 de abril de 2013

Encontro de Gerações – 2013 - Rotaract

A atividade "Encontro de Gerações" promovida anualmente pelo Rotaract Club da Póvoa de Varzim aconteceu no passado dia 21 de Abril, na freguesia de Balasar do concelho da Póvoa de Varzim, no edifício da Junta e com o apoio do seu Presidente e do Pároco.
Participantes da Freguesia de Balasar
O objetivo da atividade consiste na promoção de uma tarde animada para a população idosa da freguesia escolhida.
A animação ficou a cargo do Grupo de Fados (de Lisboa e de Coimbra) da Universidade Sénior do Rotary Club da Póvoa de Varzim, da Tertúlia Valasarense e do artista António Simões.
Estiveram presentes cerca de 50 pessoas (o dia era de sol e os agricultores foram trabalhar nos campos), que aproveitaram para gozar uma tarde diferente, entre elas uma senhora de 99 anos que acompanhou com entusiasmo os Fados de Coimbra.
No final das atuações houve um lanche, fornecido pelo Rotaract Club da Póvoa de Varzim, que alimentou o corpo, depois de alimentar a alma.
Grupo de Fados (de Lisboa) da
Universidade Sénior do Rotary Club da Póvoa de Varzim

Grupo de Fados (de Coimbra) da
Universidade Sénior do Rotary Club da Póvoa de Varzim
Tertúlia Valasarense
António Simões

sábado, 13 de abril de 2013

As promessas e o balanço de um mandato


José Manuel Silva é o Bastonário da Ordem dos Médicos no triénio 2011/2013 e falou das medidas de âmbito interno e do foro externo que irá implementar, avisando que a Ordem estará "aberta a todos os médicos e aos doentes".
Ordem com influência política
"No âmbito interno é a reorganização e a revisão dos estatutos da Ordem dos Médicos, tornando a ordem mais democrática, mais participada, mais inclusiva e mais funcional", avançou.
Já a nível externo, o objetivo do novo bastonário é "constituir a Ordem como um parceiro credível, respeitado e com capacidade de influência política naquilo que são as decisões, todas as decisões, na área da saúde".
José Manuel Silva referiu ainda as questões da atualidade "para analisar com o Ministério da Saúde". "Em cima da mesa, estão as questões de prescrição eletrónica, prescrição por DCI (Denominação Comum Internacional), da demografia médica e da qualidade da medicina portuguesa face aos constrangimentos económicos do país", sintetizou.
Organização construtiva na defesa dos doentes
O Bastonário dos médicos destacou ainda que a Ordem "será uma organização construtiva (...) na defesa dos doentes". "Queremos ser uma organização construtiva e vamos assumirmo-nos como o garante intransponível da defesa da qualidade dos cuidados de saúde que são prestados aos doentes", sublinhou para concluir: "Pretendemos defender o Serviço Nacional de Saúde enquadrado dentro de um sistema nacional de saúde coerente e funcionando em alternativa e complementaridade com os doentes, que passarão a ser para a Ordem dos Médicos um parceiro de diálogo permanente".

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Aconselhe familiares e amigos a investir num projeto social


A Fundação Rotária Portuguesa (FRP) é uma organização do sector da  economia social, sem  fins lucrativos, que  está em condições de beneficiar da (sua) consignação do IRS, sem qualquer encargo para o contribuinte.
Faça a doação de 0,5% do seu IRS à Fundação Rotária Portuguesa, aproveitando a possibilidade que a lei concede a qualquer cidadão.
Para isso bastará que preencha no anexo H do quadro nove, no campo 91, assinalando com um “X” a sua intenção para ser inscrito no modelo de declaração o NIPC (N.º de Identificação de Pessoa Coletiva):  501129081.
Sugerimos que proceda à divulgação, desta informação, junto dos seus familiares, colaboradores, clientes, entre outros cidadãos da sua comunidade. Trata-se de um contributo sem quaisquer custos para as pessoas.
Não pagamos mais IRS nem reavemos menos.
A contribuição através da declaração de rendimentos é um ato de responsabilidade social a custo zero.
Seja Solidário.

domingo, 31 de março de 2013

Programa de abril

A todo momento cada um dos 34.216 Rotary Clubs está a prestar algum tipo de serviço na sua comunidade ou mesmo internacionalmente. De acordo com a estrutura do Rotary, cada clube trabalha independentemente na ampla rede que nos apoia e inspira. Uma importante peça desta rede é a Rotary World Magazine Press, composta da The Rotarian e de 31 revistas regionais em 25 idiomas.
É por isso que todos os rotários (1.214.714) devem fazer a assinatura da The Rotarian ou de uma das revistas regionais (a nossa “Portugal Rotário”). Essas publicações trazem notícias de outros clubes e dos 538 Distritos, proporcionam ideias para projetos e evidenciam o vínculo que temos com os nossos companheiros rotários.
John Kenny – Presidente 2009/10 de Rotary International

quinta-feira, 28 de março de 2013

No outro lado do Atlântico, em Niterói


O Presidente do Rotary Club da Póvoa de Varzim fez recuperação numa visita ao Rotary Club de Niterói, um momento muito especial, numa reunião em que estiveram presentes 5 past-governadores e em que fazia parte da ordem de trabalhos uma palestra sobre bullying, proferida pela Professora Doutora Joana Mariano.
Depois da intervenção do nosso presidente, em que falou do nosso clube e da Póvoa de Varzim, houve troca de galhardetes, presentes e muita gentileza.
As fotos registam alguns momentos.








quinta-feira, 21 de março de 2013

Exposição de Pintura "A Ética do Belo"

No dia 23 de Março de 2013, na Galeria D'Arte da Ortopóvoa (do Companheiro Pinhão Ferreira), abre uma exposição da pintora Isabel Lhano.
A vernissage está marcada para as 16H00 e prolonga-se até às 19.30, sendo distribuído um catálogo da exposição.
Estão todos convidados!
“Demasiado espaço entre nós”, 100x100, acrílico s/tela, 2007
“Ler um quadro da Isabel Lhano acorda-nos o ciúme e põe-nos a sonhar. Ver uma obra da artista força-nos imaginar sermos acariciados e retribuirmos a acarinhar; impele-nos a entrar na tela, enfim, a lá morar. Deliciem-se com os trabalhos da Isabel Lhano, artista exímia em tridimensionar com a cor.” Afonso Pinhão Ferreira

sexta-feira, 15 de março de 2013

“Comemoração do Dia Mundial da Poesia, 21 de Março de 2013”


Para assinalar o Dia Mundial da Poesia, a Biblioteca Diana-Bar vai acolher o “Estendal Poético Metropolitano”, com poemas enviados por todos os municípios e realizar a Leitura simultânea de poesia.

Descrição sumária da atividade:
1.    O “Estendal Poético” consiste na suspensão, em cordas, em espaços públicos do Concelho, de poemas de poetas locais ou com temas de referência ao Concelho ilustrados pelos alunos, desde os Jardins de Infância ao Secundário, ou pelos frequentadores dos serviços educativos das bibliotecas municipais.
2. Leitura simultânea de poesia, em todos os Municípios da Área Metropolitana do Porto, de forma a criar uma “sintonia  poética”, no dia 21 de março, quinta-feira, pelas 11H00, durante meia hora.

Este ano, a Biblioteca Municipal conta com a participação da Universidade Sénior do Rotary Club da Póvoa de Varzim para a Leitura Simultânea de Poesia, em que os seus utentes serão os protagonistas da leitura de poemas, da sua autoria ou dos seus poetas de eleição. 

quinta-feira, 14 de março de 2013

O novo Papa é Sócio Honorário de Rotary!


Jorge Mario Bergoglio nascido a 17 de dezembro de 1936, é agora Papa Francisco (em Latim: Franciscus).
É o 266.º e atual Papa da Igreja Católica, eleito a 13 de março de 2013. Escolheu o seu nome de reinado em honra do cofundador da Sociedade de Jesus, Francisco Xavier.
É o 1.º Papa nascido nas Américas, e o 1.º Papa do hemisfério sul.
Começou em 1998, serviu como Arcebispo de Buenos Aires, e foi promovido a Cardeal em 2001.
É Sócio Honorário do Rotary Club de Buenos Aires, desde 1999.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Programa de março

Março é o Mês da Alfabetização em Rotary, o momento de analisar o que os clubes podem fazer para aumentar a taxa de alfabetização local e internacionalmente. Menos de 30% da população mundial sabe ler e escrever, sendo que a grande maioria de analfabetos é formada por mulheres e meninas, as quais, por sua vez, deixam de ensinar os seus filhos a ler e a escrever, perpetuando assim, este ciclo infame.
Mesmo nos países ricos podemos encontrar escolas que não estão a conseguir ensinar o básico para os alunos, e há muitos adultos cujas habilidades de escrita e leitura não são suficientes para contribuir positivamente para a sociedade.
Com o apoio da Rotary Foundation, há clubes a recuperar escolas que enfrentam problemas, de forma a que possam prosperar e desenvolver programas pelo método CLE de ensino, o qual já provou sua eficácia na Tailândia e em muitos outros países.
Sabendo que a alfabetização abre as portas a empregos e dá segurança económica, usemos os recursos da Rotary Foundation para proporcionar algo tão essencial, como é a alfabetização.
Jonathan Majiyagbe - Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Rotária

domingo, 3 de março de 2013

A palavra ao “Sócio Honorário” do Rotary Club do Porto, na III Conferência bidistrital - Portugal


Aos participantes na Conferência Interdistrital do Rotary Internacional, Exponor, 23 de fevereiro de 2013
D. Manuel Clemente, Bispo do Porto
Sobre a paz, disse Santo Agostinho que é a “tranquilidade da ordem” (A Cidade de Deus, XIX, 13) e julgo ser definição a reter nos nossos dias, para permanentemente a construirmos. Refiro uma ordem que significa justa ordenação de cada parte e não mera armadura exterior de segurança.
Disse “permanentemente a construirmos”, pois não é coisa garantida para sempre, quando aparentemente exista, nem nos dispensa de uma atuação constante, atenta e comprometida. Também se diz biblicamente que “a paz é obra (fruto) da justiça”.
Comecemos então pela justiça, virtude que nos manda “dar a cada um o que lhe é devido”. Felizmente muito se avançou no campo dos direitos formalmente reconhecidos, da segunda metade do século XVIII até aos nossos dias (Declarações de Direitos Norte Americana e Francesa, Declaração da ONU, 1948…). Mas não podemos esquecer que tais declarações demoraram e demoram muito a concretizar-se na prática das sociedades. Como infelizmente constatamos que, nos séculos XX e já XXI, se sucederam atrocidades várias e a uma escala nunca vista…
É realmente importante que, em termos de ideias e regras subscritas, tenhamos atingido aquelas plataformas de direitos. O contrário seria a descrença na natureza humana, como realidade básica e comum da nossa dignidade a salvaguardar e o regresso à lei do mais forte, ainda verificável aqui ou ali (demasiados “aquis” e “alis”, infelizmente).
Acontece que, neste ponto, se revelam as contradições da globalização crescente da vida mundial, fenómeno irrecusável mas ambíguo. Desde que o nosso Gama abriu a ligação marítima e direta entre a Europa e a Índia, coeva da “descoberta” europeia da América, a mentalidade geral foi olhando o planeta como um todo, ainda que cheio de contrastes - que eram outros tantos desafios a alargar o próprio conceito da nossa humanidade compartilhada. A revolução industrial, a busca de matérias-primas, o desenvolvimento dos transportes e das comunicações, agora instantâneas, tudo nos levou ao que somos hoje, como ideia e representação de nós mesmos, neste sentido “globais”.
Todavia, estes fatores que podemos considerar positivos, têm o seu lado problemático, quando tornam as sociedades mais “fracas” muito vulneráveis aos interesses externos, e quando nos fazem passar rapidamente demais do plano individual ao geral, sem ter em conta o que está mais ao pé e deve ser localmente resolvido. Usando linguagem evangélica, podemos dizer que está em causa precisamente o “próximo”, a proximidade ativa e responsável.
O horizonte geral que a globalização nos foi dando é inquestionavelmente um bem, propício até ao reforço da solidariedade internacional. Mas o alheamento do que diretamente nos rodeia põe em causa um outro princípio indispensável, a subsidiariedade, que sempre requer a participação de cada parte interessada, ou corpo intermédio, na resolução social que se pretenda. Só na conjugação da solidariedade geral com a subsidiariedade das partes se dá verdadeiramente a cada um o que lhe é devido – em termos de reconhecimento, oportunidade e estímulo -, ou seja, se garante a justiça, cujo fruto é a paz.
As repercussões são óbvias, em campos tão variados como as famílias, os grupos socioculturais de pertença, as associações de todo o género, as autarquias, as escolas e tudo mais de interesse público, etc. Se estas realidades – que são outras tantas dimensões da nossa personalidade e essência relacional forem desativadas por qualquer imediatismo generalizador, nacional ou multinacional que seja, a paz correrá graves riscos, porque nem se respeita a ordem correta das coisas nem se reconhece e proporciona a cada um o que lhe é devido.
Sem olhar negativamente demais para o nosso caso português, podemos detetar elementos positivos a este respeito, como sejam as concretizações associativas que perduram – sabe Deus com quanta abnegação de muitos! -, ou aparecem entretanto, com múltiplas incidências na sociedade e na cultura. – O que seria de nós, por exemplo, se, além do Estado Social que vai subsistindo quanto pode e temos certamente de defender e promover, faltasse esta capacidade demonstrada de atendermos mais espontaneamente às necessidades acrescidas?
Mas temos de reconhecer que a nossa vida coletiva se faz ainda e muito – crescentemente até? – do topo para a base, quando melhor seria que acontecesse, sobretudo ou também, das periferias para o centro. Do topo para a base, usando ainda terminologia de tipo vertical e descendente, típica de tempos e sociologias que afinal não estão tão ultrapassadas como julgaríamos…
Não foi assim há tanto tempo que se deixou de falar do “Senhor Governo”, que alguns pensavam ser realmente alguém que tudo decidia em sítio algo mítico (num “Terreiro do Paço”, que já nem o era desde o século XVIII…). E a mentalidade ainda se pode manifestar, de baixo ou de cima, mesmo em tempos felizmente democráticos e com eleições livres e periódicas.
É verdade que a mediatização geral da informação e da resposta pode potenciar tal facto, por dar a ideia de que as coisas se resolverão mais depressa, em ligação direta topo - base e vice-versa. A própria internacionalização ou mundialização de muitos aspetos da vida socioeconómica, política e até particular, parece requerer este tipo de atuações, indo logo a Bruxelas ou a Nova Iorque, passando ou não por Lisboa. Mas a pergunta deve fazer-se: - É assim, predominantemente assim, que se resolverão humanamente as coisas?
Pergunta tanto mais insistente, quando verificamos que o tratamento de qualquer assunto pelo geral dilui a densidade pessoal das sociedades e rapidamente desmotiva as cidadanias. Entre o topo e a base, quase nada sobra de intermédio, para não “atrasar” soluções nem perder tempo, como se o tempo nos fosse completamente exterior e não uma dimensão essencial do ser humano e relacional.
E o problema é deixarmos de ser sociedades propriamente ditas, isto é, grupos de “sócios”: palavra latina que se traduz por companheiros, colaboradores, pessoas entre pessoas e umas com as outras, para manter e alcançar desígnios comuns.
Não é uma fatalidade que tal aconteça. Afinal, basta-nos ser realistas e olharmo-nos como realmente somos, ao ritmo da vida que acontece. Geralmente, nem nascemos desvinculados nem crescemos anónimos, mas sim uns pelos outros, uns com os outros e uns para os outros, família a família, terra a terra, caso a caso. Crescemos e vivemos nas periferias das nossas delimitações e responsabilidades imediatas e inalienáveis, em recortes sociais mutuamente abertos e por isso relacionados com os centros comuns das nossas periferias mais amplas, nacionais ou internacionais que sejam. Mas assim mesmo somos e devemos ser. Por isso temos nomes e apelidos, irredutíveis a um numeral qualquer.
E é por isso, caros rotários, que tudo quanto aproxime e suscite solidariedades, ou ative proximidades, é vital para a paz e a harmonia pessoal e interpessoal. Numa ordem que não virá de fora, mas da conjugação vital de todos e de cada um, nas múltiplas expressões que a sociabilidade alcança. Quanto mais globais, mais participativos, para encontrarmos soluções à altura das atuais questões. Aliás, e humanamente falando, nunca nada se resolveu inteiramente sozinho.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

USRCPV: “Os Serviços Públicos Essenciais”


Decorreu na Universidade Sénior do Rotary Club da Póvoa de Varzim, uma palestra sobre “Os Serviços Públicos Essenciais”, proferida por Pedro Sousa, Diretor do Tribunal do Vale do Ave (Triave).
Serafim Afonso (USRCPV), Pedro Sousa (TRIAVE) e Ana Paula Azevedo (CIAC)
A iniciativa, organizada pelo Centro de Informação Autárquico ao Consumidor – CIAC – do Município, em parceria com o Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo do Vale do Ave – TRIAVE e com a Universidade Sénior do Rotary Club da Póvoa de Varzim, tinha como objetivo informar os alunos sobre alguns dos seus direitos relativamente à prestação dos serviços públicos essenciais.
Pedro Sousa referiu-se a vários aspetos como: fornecimento de água, de energia elétrica e de gás; serviços de comunicações eletrónicas (telefone, internet, TV); serviços postais; serviço de saneamento e serviço de recolha de lixo.
Esclareceu os presentes sobre alguns dos seus direitos relativamente à prestação dos serviços públicos essenciais, alertando para os cuidados a ter na contratação desses serviços, nomeadamente os períodos de fidelização.
O Diretor do TRIAVE referiu-se ainda a situações contratuais, bem como a forma e os meios de resolverem os conflitos que digam respeito a estes serviços. De acordo com a Lei nº 6/2011 que estabelece a criação de um mecanismo de arbitragem necessário no acesso à justiça por parte dos utentes de serviços públicos essenciais: “Os litígios de consumo no âmbito dos serviços públicos essenciais estão sujeitos a arbitragem necessária quando, por opção expressa dos utentes que sejam pessoas singulares, sejam submetidos à apreciação do tribunal arbitral dos centros de arbitragem de conflitos de consumo legalmente autorizados. Quando as partes, em caso de litígio resultante de um serviço público essencial, optem por recorrer a mecanismos de resolução extrajudicial de conflitos suspende-se no seu decurso o prazo para a propositura da ação judicial ou da injunção.” (Diário da República, 1.ª série —n.º 49 — 10 de Março de 2011).
Para além dos vários esclarecimentos prestados, foram discutidos casos práticos apresentados pela assistência.
E porque o município reconhece a importância da comunidade se manter informada, lembramos que existe, no edifício dos Paços do Concelho, um Centro de Informação Autárquico ao Consumidor – CIAC que tem como missão promover e salvaguardar os direitos dos consumidores e tem ainda as seguintes funções:
Prestar informação aos consumidores;
Receção e acompanhamento das reclamações;
Realizar a mediação de conflitos de consumo;
Promover ações de informação e sensibilização junto das escolas, das associações ou de grupos sociais;
Encaminhar os consumidores ou as respetivas queixas para as entidades competentes para a sua resolução quando a mediação não resulte ou não seja da sua competência.
O Rotary Club da Póvoa de Varzim e a Direção da sua Universidade Sénior agradecem aos intervenientes a disponibilidade e espera enveredar por ações do mesmo cariz.