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quinta-feira, 28 de março de 2013

No outro lado do Atlântico, em Niterói


O Presidente do Rotary Club da Póvoa de Varzim fez recuperação numa visita ao Rotary Club de Niterói, um momento muito especial, numa reunião em que estiveram presentes 5 past-governadores e em que fazia parte da ordem de trabalhos uma palestra sobre bullying, proferida pela Professora Doutora Joana Mariano.
Depois da intervenção do nosso presidente, em que falou do nosso clube e da Póvoa de Varzim, houve troca de galhardetes, presentes e muita gentileza.
As fotos registam alguns momentos.








sábado, 21 de agosto de 2010

Aproximando as Culturas Lusófonas II

Eventos e valorização da Língua Portuguesa no Ceará, com a “Casa da Lusofonia” em Fortaleza
A Casa da Lusofonia passa a ser uma realidade em Fortaleza, na Praia de Iracema, onde a Câmara Municipal expropriou o prédio onde funcionava o “La Tattoria” e o espaço vai ser reformado de imediato, passando a abrigar a Casa da Lusofonia e o Centro de Informações Turísticas de Fortaleza.
Será um espaço cultural de realização de eventos e mostras, que tenham a ver com a valorização do mundo cultural luso-brasileiro e da valorização da Língua Portuguesa. Ao lado irá funcionar o Instituto Cultural Iracema. Toda a região está a ser modernizada e serão abertas ligações ao Centro Cultural Dragão do Mar. Serão 22 intervenções em todo o bairro, todas atendendo ao padrão de acessibilidade, que atraiam visitantes de Fortaleza e de turistas.
A Casa da Lusofonia deverá manter ligações com parceiros em todo mundo lusófono, visando a criação progressiva de uma rede de estruturas do mesmo tipo e a consequente configuração de um circuito permanente de intercâmbio nesse espaço geocultural.
Casas de Lusofonia no Brasil

Aproximando as Culturas Lusófonas I

"Literatura oral" para alunos lusófonos
O Instituto Internacional de Língua Portuguesa (IILP), com sede na cidade da Praia, em Cabo Verde, acaba de editar a colectânea “Literatura Oral”. Coordenada pela sua directora-geral cessante, a linguista angolana Amélia Mingas, “Literatura Oral” tem uma substância pedagógica de suma importância.
O conjunto articula cinco publicações, totalizando meio milhar de páginas, que realçam os provérbios de todo o espaço lusófono, por um lado, e adivinhas, por outro.
São “livrinhos” sobre os contos de Angola, do Brasil e de Portugal, projecto que vai ser contínuo e que cobrirá, naturalmente, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e Timor-leste.
O conjunto de cinco volumes teve a colaboração de uma meia centena de especialistas, entre linguistas, antropólogos e historiadores que pertencem a instituições como a Universidade Agostinho Neto, a Universidade Federal do Rio de Janeiro, o Instituto Nacional da Cultura de Cabo Verde, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas da Guiné-Bissau, a Universidade Eduardo Mondlane, de Moçambique e do Fundo das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).
A escolha do património põe em evidência, as tradições orais, aqui em três modalidades de expressão, nomeadamente “provérbio”, “adivinha” e “conto”. Esta opção foi absolutamente pertinente porque esta herança constitui um dos primeiros legados das civilizações. Com efeito, todas as culturas do mundo se desenvolveram tendo por base codificações orais.
A descida às origens desemboca, inevitavelmente, no verbo inicial tradicional tendo, portanto, posto em evidência este domínio cultural, presente em África, na América do sul, na Europa e na Ásia.
Texto completo de Simão Souindoula - Perito da UNESCO, aqui e gravura daqui