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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Publicidade a quem a merece… e PARABÉNS!

Há 115 anos, Pão dos Pobres orienta os jovens em Porto Alegre
Entidade sem fins lucrativos preocupa-se com os carentes há mais de um século
Pelas mãos da Fundação Pão dos Pobres de Santo António, centenas de crianças e adolescentes de Porto Alegre descobrem, diariamente, um novo mundo.
Acolhendo alunos carentes, a fundação vive de doações. Desde roupas, que são distribuídas aos alunos ou revendidas no “brechó” da entidade, até móveis.
Com a ajuda da entidade, 400 estudantes participam de 8 cursos profissionalizantes gratuitos, enquanto outros 160 fazem o ensino fundamental, em regime de internato no local.
Isto ocorre há 115 anos, que serão completados pela Fundação no próximo dia 15.
Texto completo e foto daqui

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Porquê as ONGs?

Diante de notícias recentes que criam uma associação negativa entre o termo ONG e falta de transparência e idoneidade, cabe uma reflexão sobre o conceito e a função deste tipo de organização. ONG é a abreviatura de Organização Não-Governamental.
São organizações da sociedade civil, sem fins lucrativos, de direito privado, mas com fins públicos. ONG é um termo genérico para organizações que podem ter como base jurídica uma associação ou uma fundação. Estas organizações fazem parte do chamado terceiro sector, o sector da sociedade civil, que utiliza recursos públicos e privados para gerar benefícios públicos. Este tipo de organização tem exercido, historicamente, funções importantes na sociedade.
As ONGs também foram fundamentais para a redemocratização dos países, lutando por direitos políticos e humanos, e pela preservação de bens públicos como o património histórico e o meio ambiente. Na última década, houve um crescimento exponencial do número de ONGs e como mostrou Elinor Ostrom, Prémio Nobel de Economia 2009, para alcançar maiores níveis de desenvolvimento económico e social é preciso acções de parceria e colaboração entre o primeiro sector (Governo), o segundo sector (Empresas/Mercado) e o terceiro sector (ONGs).
Infelizmente, assim como nos demais sectores, há organizações que não actuam com transparência, na maioria das vezes, decorrendo da fragilidade institucional de algumas ONGs causada pela falta de recursos e de profissionais especializados; e numa minoria por má-fé. Mas a prática de poucas ONGs não deve manchar a reputação de todo o sector.
Foto daqui

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Para quem pensa com o coração e sente com a razão…

As viúvas iraquianas são a sombra da guerra que a paz preferiu esquecer
Ninguém sabe quantas viúvas há no Iraque. São muitas, e poucas recebem ajuda do Governo. Fatimah Khadum faz o que pode e a Cruz Vermelha também ajuda.
Hoje há entre 1.000.000 e 3.000.000 de viúvas. Num país de 29 milhões, em que 40% tem menos de 14 anos, basta saber isso para se perceber que, há demasiadas mulheres sozinhas, com demasiados filhos, para alimentar.
Reportagem completa aqui e foto daqui

domingo, 25 de julho de 2010

Associação Protectora dos Pobres - APP

Dos cerca de 230 utentes assíduos da Associação Protectora dos Pobres (APP), passam por esta instituição, em média, 170 pessoas por dia, às quais são facultados diferentes serviços.
Tal como explicou a Directora Luísa Pessanha, enquanto antes apenas vinham ao almoço ou ao lanche, «agora já procuram pequeno-almoço, almoço, lanche, jantar e banho».
Entre as mulheres, a maioria surge da parte de idosas, maioritariamente viúvas, com reformas ou pensões muito baixas.
Entre os homens, a procura maior vem da faixa etária entre os 35 e os 45 anos, grande parte relacionados com o alcoolismo, o desemprego e, nalguns casos, com a toxicodependência.
A procura pela APP tem aumentado e, futuramente, acredita que a questão poderá ser preocupante, devido à nova legislação que entra em vigor em Agosto, que contém alterações mais rígidas ao nível da atribuição dos apoios sociais existentes.
Notícia daqui
Imagem daqui

sábado, 24 de julho de 2010

Portugueses confiam muito mais nas ONG do que no Governo

Dado o estado de desgraça em que se encontra a confiança nacional, saber que, no grupo das instituições em que os portugueses mais confiam, as ONG obtiveram um resultado de 52% face a uns meros 27% no que respeita ao Governo é quase uma "não-notícia".
Este é, contudo, um dos dados mais relevantes apresentados pelo Edelman Trust Barometer, um estudo que visa aferir a confiança dos cidadãos relativamente a várias instituições e que comemora este ano o seu 10º aniversário. Esta é a primeira vez que Portugal é "consultado" para fazer parte do estudo, que envolve 20 países e que chegou ao nosso país pela mão da IPSOS-APEME e do grupo GCI. Um outro dado, igualmente não surpreendente, é o facto de a falta de confiança generalizada manifestada pelos respondentes em Portugal ser apenas comparável à da Irlanda, no que respeita à média da União Europeia. Quando a questão é "empresas" , o seu índice de confiança ronda os 34%, seguida de muito perto pela comunicação social, com 32%.
Em termos de organizações empresariais, os sectores das tecnologias de informação, da energia e da alimentação são aqueles que mais confiança gera nos inquiridos, com as instituições financeiras a ocuparem os lugares mais baixos deste barómetro.
Já na comunicação social, são as publicações económicas que se destacam em termos de confiança (55%), seguidas pelas rádios (46%), televisões (37%) e, por último, os artigos produzidos pelos jornais generalistas, com 33%. A boa notícia é que, comparativamente à média europeia, Portugal atribui uma maior confiança á comunicação social no geral.
Notícia daqui

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Médicos Sem Fronteiras querem continuar a luta contra a SIDA


Os Médicos Sem Fronteiras, nesta 5ª feira pediram aos Governos, apesar das crises orçamentárias, para que não cortem nas doações para a luta contra a SIDA e evitem assim milhões de mortes.
Os MSF lembraram que quanto mais aumentar o acesso aos tratamentos de HIV, mais se reduz o número de mortes, além de prevenir as doenças derivadas e diminuir a propagação do vírus.
A ONG deixou claro que os remédios são caros, mas que a diminuição dos efeitos secundários para os doentes são mais rentáveis a longo prazo, dado que podem ajudar a reduzir os custos na saúde pública.
"É uma questão de escolha. Se não nos ajudarem a tratar a SIDA, muitas pessoas morrerão", sentenciou o comunicado do Director da Campanha de Acesso aos remédios da MSF.
Texto daqui - Foto daqui

domingo, 20 de junho de 2010

Estraguem! ONGs e Voluntários resolvem…

Golfo do México – Resposta ao Derramamento de Óleo
Voluntariado
Eu quero ser um voluntário. Quem devo contactar?
Se você ou alguém que conhece estiver interessado em servir de voluntário, ligue para a linha de Solicitação de Voluntários, da Resposta ao Deepwater Horizon, para o número (866) 448-5816 ou visite os sites abaixo.
As oportunidades voluntárias especificadas por estado:
·        Louisiana: http://www.volunteerlouisiana.gov /
Texto daqui
Foto daqui